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sexta-feira, 03 de julho de 2020

Quem é franco? | Leia a coluna ‘O Nó da Gravata’

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Redação Jornal Tempo Novohttp://WWW.portaltemponovo.com.br
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Na última terça-feira (29), o Jornal Nacional noticiou que o porteiro do condomínio onde mora Jair Bolsonaro teria relacionado o nome do presidente à investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, ocorrido em 14 de março de 2018. De acordo com a reportagem, horas antes do crime, o ex-PM Élcio de Queiroz, suspeito de executar Marielle, teria anunciado ao porteiro do condomínio que iria visitar Jair Bolsonaro, e acabou indo até a casa de Ronie Lessa (outro suspeito do crime). No entanto, em menos de 24h, a procuradora do Ministério Público Simone Sibilio veio a público e disse que o porteiro teria mentido para a Polícia civil, e que o fato será apurado.

Boca-de-siri

O caso é grave e polêmico. Políticos capixabas, porém, estão literalmente evitando tocar no assunto. A reportagem do TN procurou vários deles para avaliar a repercussão e os possíveis impactos no Governo, mas as assessorias não deram retorno. Nas redes sociais, nem um pio. Deputados como Sérgio Vidigal (PDT), Felipe Rigoni (PSB), Amaro Neto (Republicanos), Ted Conti (PSB), Da Vitória (Cidadania), entre outros, e os três senadores – Contarato (Rede), Rose de Freitas (Pode) e Marcos Do Val (Pode) – não tocaram no assunto; preferiram apostar em agendas positivas do próprio mandato.

Brasa na sardinha

Os únicos que se pronunciaram foram os deputados Helder Salomão (PT), que cobrou investigação imparcial no caso, e a deputada Soraya Manato (PSL), que atacou a Rede Globo e acusou conspiração contra Bolsonaro. Além disso, o marido, o ex-deputado Carlos Manato, publicou um print de uma publicação datada do dia 14 de março (mesmo dia do assassinato de Marielle). De acordo com Manato, no fatídico dia, Bolsonaro estaria jantando na casa do ex-parlamentar em Brasília.

Segurança dos outros

Nessa semana, os vereadores leram no expediente um PL de autoria de Stefano Andrade (Pode), que proíbe motoristas de aplicativos de adesivarem o carro para identificar o serviço. Segundo o parlamentar, essa proibição seria por questão de segurança, já que, de acordo com ele, veículos adesivados têm circulado captando passageiros de forma irregular – sem que o usuário faça a solicitação da corrida por algum aplicativo. A proposta gerou uma enxurrada de críticas. Motoristas de aplicativos entraram em contato com a reportagem do TN e explicaram que o adesivo dá mais segurança a eles para entrar em comunidades dominadas por traficantes.

Queda de braço

A disputa pré-eleitoral em Jacaraípe está esquentando. Por lá, comenta-se que o vereador Cabo Porto (PSB) e o empresário Thiago Carreiro (partido ainda indefinido) poderão protagonizar uma disputa acirrada pelos votos. Porto é conhecido por bandeiras ligadas à segurança pública e por discursos duros e efusivos. Já Thiago é um ativista político, presidente da Associação Comercial de Jacaraípe e presidente de Conselho de Segurança da região.

Cozinhando na caldeira

Estão cada vez mais recorrentes as conversas de que o presidente da Câmara da Serra, Rodrigo Caldeira (Rede), estaria ficando isolado no arranjo de forças da Casa. A conversa é de que ele estaria no ‘limbo’: o grupo de oposição remanescente cobra uma postura de Caldeira, e a base governista alega que o presidente está alinhado com o prefeito Audifax. No entanto, passa longe de ser um movimento ‘orgânico’ dos governistas. Na prática, a confiança passa longe ali. E, neste meio termo, não agrada a ninguém.

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