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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Eleições municipais à vista – Leia ‘O Nó da Gravata’ desta semana

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Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.
  • A coluna 'O Nó da Gravata' é escrita pela repórter de política, Maria Nascimento. Os textos são publicados todas as sextas-feiras na edição impressa do TEMPO NOVO e também em nosso portal online.

Sede da Prefeitura da Serra. Foto: Divulgação

Eleições municipais à vista

A Serra entra 2020 com seis pré-candidatos a prefeito já definidos pelos partidos: a delegada Gracimeri Gaviorno (PV), o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT), o secretário de estado Bruno Lamas (PSB), a secretária municipal Luciana Malini (PP); o deputado estadual Vandinho Leite (PSDB) e o médico Gustavo Peixoto (Pros). Além desses, o mercado político aguarda algumas definições.

O aperto de Audifax

O mais expressivo é vindo do prefeito Audifax Barcelos (Rede), que ainda não anunciou um sucessor e nem deu sinais claros se poderá apoiar alguém. No entanto, há também outras candidaturas sendo ventiladas por outros partidos. São eles o professor de Educação Física Artur Costa (Solidariedade) e o pentacampeão mundial de beach soccer, Goleiro Mão, filiado ao PSD.

Candidato, ma non troppo

A coluna procurou Artur Costa, que confirmou a pré-candidatura, mas disse que o Solidariedade tem muita simpatia pelo PDT de Vidigal. “O partido mantém minha pré-candidatura, mas estamos dialogando, principalmente com o PDT, que particularmente tenho admiração pelo que fez na administração de nosso município”. E ressaltou: “Vale lembrar que o PDT ainda não lançou um nome”. Verdade, não lançou oficialmente, mas é consenso no meio político que Vidigal já está a mil com a pré-campanha.

Dando uma mão

O Goleiro Mão também confirmou que é pré-candidato. No último dia 5, o atleta esteve no gabinete de Vidigal, no que o ex-prefeito classificou como “visita ilustre”. Vidigal trabalha claramente para retirar de cena todas as candidaturas possíveis, já que ele aparece em primeiro lugar nas intenções de voto. Por isso, quanto menos gente, mais a disputa tende a ficar centralizada nele.

Segura o Vidigal

Já Audifax faz o movimento contrário. O prefeito incentiva candidatos e partidos a se lançarem na corrida pela Prefeitura, com o objetivo de dividir o eleitorado e eliminar qualquer chance de Vidigal poder ganhar no 1º turno (cenário entendido como muito improvável).

Agonia de Bruno

No próximo dia 16 de janeiro, haverá uma reunião entre as executivas do PDT e do PSB. O encontro foi confirmado por fontes as quais não quiseram ser identificadas. De acordo com a informação, o objetivo é estreitar as relações entre os partidos e começar a costura visando a eleição de 2020. Tanto PDT como PSB, naturalmente, estão no arco de aliança do governador Renato Casagrande; mas na Serra, Bruno e Vidigal têm se estranhado.

Esperem que vamos chegar

O presidente do PL (antigo PR), Miguel Maia, forte aliado do ex-senador Magno Malta, entrou em contato com a coluna para dizer que o partido está fechando a chapa e vai com time completo, ou seja, 35 candidatos a vereador. Na majoritária, a sigla tem conversado com pré-candidatos e está próxima do arco de aliança do presidente da Assembleia, Erick Musso (Republicanos).

Vereador na caldeira fervente

Pelas contas do mercado político, pelo menos 2/3 dos atuais vereadores estão enrolados com questões partidárias. Incluindo o ex-todo poderoso Rodrigo Caldeira (Rede), que enfrenta até processo na Comissão de Ética da Rede por infidelidade partidária. Falando rasgado: ‘Tá uma zona na Câmara’. Vereador ciscando aqui e ali para entrar em partido e todo mundo de portas fechadas. Uma solução ventilada é fazer um partidão com vários vereadores, e aí é salve-se quem puder!


  • A coluna ‘O Nó da Gravata’ é escrita pela repórter de política, Maria Nascimento. Os textos são publicados todas as sextas-feiras na edição impressa do TEMPO NOVO e também em nosso portal online.

Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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