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terça-feira, 13 abril - 2021
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Entrevista com secretário de Educação da Serra, Alessandro Bermudes

Educação vai retomar concurso e promete manter eleição para diretor de escola

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Redação Jornal Tempo Novohttp://WWW.portaltemponovo.com.br
O Tempo Novo é da Serra. Fundado em 1983 é um dos veículos de comunicação mais antigos em operação no ES. Independente, gratuito, com acesso ilimitado e ultra regionalizado na maior cidade do Estado.

Escolha de diretores das EMEF´s (Escolas de Ensino Fundamental) e CMEI´s (Creches) continuará a ser por eleição e o concurso público para educação aberto ano passado deve ser retomado. É o que afirma o secretário de Educação da Serra, Alessandro Bermudes. No quarto bloco da entrevista concedida ao Tempo Novo no último dia 23 (O primeiro, o segundo e o terceiro blocos podem ser acessados nos links), Alessandro afirma ainda que a digitalização da rede municipal vai começar a ser implantada já em março. Também participou da entrevista a subsecretária pedagógica, Luciana Galdino. Na próxima segunda feira (01) as aulas presenciais começam a retornar de forma escalonada para parte dos 71 mil estudantes da rede depois de um ano suspensas por conta da covid-19. 

O prefeito Vidigal anunciou recentemente que a prefeitura digitalizará 100% de seus serviços até 2023. Como será isso nas escolas?

Alessandro: Fiquei abismado que a gente tenha que fazer matrícula no papel ainda. E tenha que anotar a lista de espera num caderninho. Desde o início nosso prefeito disse que quer modernizar todos os setores da prefeitura. Na nossa pasta é a implantação do sistema de gestão educacional. Nós já estamos recebendo um que é utilizado pela Prefeitura de Vitória, totalmente atualizado e com aquisição sem custo para a Serra. Nosso diretor de TI (Tecnologia da Informação) conseguiu que a Prefeitura de Vitória fornecesse profissionais para ficarem full time durante a implantação do sistema. Ano passado a Sedu (Secretaria Municipal de Educação) da Serra já havia tentado buscar esse sistema, só que ele não foi desenvolvido. Mas agora fizemos contato com Vitória e eles vieram trazendo o sistema todo atualizado que vai ser implantado em toda a rede.

Quando estará operando quais serviços farão esse sistema?

Alessandro: No final de março já quero entregar quatro escolas para a gente ver como vai funcionar. As demais irão receber paulatinamente. Servirá para matrícula, transferências, boletim, pauta dos professores. A vida acadêmica do aluno estará lá e os pais poderão acompanhar. Vamos acabar com esse negócio de ter que ir para a escola fazer matrícula.

Como haverá ensino híbrido (uma semana na escola, outra em casa) em função da pandemia, o sistema também terá atividades on line para os alunos?

Alessandro: Por enquanto teremos a parte administrativa. Mas pretendemos avançar nessa área também, pretendemos desenvolver ferramentas interativas para que o aluno possa fazer atividades dentro do sistema.

Ano passado a prefeitura abriu concurso para a Educação. Veio a pandemia e o concurso foi suspenso, mas quem se inscreveu não foi reembolsado. Qual o destino desse concurso?

Quem pode responder isso de forma mais correta é a Sead( Secretaria de Administração) e a própria Procuradoria. O que nós da Sedu fazemos é disponibilizar o número de vagas de profissionais que necessitamos. Eu creio que o concurso vai acontecer, que o Prefeito vai cumprir com o que já foi pago. Eu preciso hoje, por exemplo, de auxiliar de secretaria. A maioria das escolas – 80% – não tem esse profissional. Agora, tem que ver essa questão da pandemia, como vai se dar esse concurso, como vai ser feita a prova. Vimos aí o Enem, como teve índice absurdo de abstenções.

O secretário Alessandro Bermudes é professor doutor da área de biologia do Ifes – Serra e assumiu a Educação da cidade em janeiro. Foto: Bruno Lyra

A Sedu manterá a política de fazer eleições para diretor de escola?

Alessandro: Vamos manter. Nosso prefeito é altamente democrático e a favor disso daí. A eleição deve acontecer no final do ano.

E como fica até lá?

Alessandro: Você tem os diretores pro tempore (expressão em latim que quer dizer temporariamente) , que são aqueles que entraram no lugar de diretores que haviam sido eleitos mas que precisaram deixar o cargo por questão de saúde ou pessoal. Aí é indicado o diretor. Essa prerrogativa de indicação ou exoneração é do prefeito, não é do secretário.

Luciana: Há decreto de 2017 que já orienta como vai se dar esse processo. Dos diretores que estão atuando, o mandato deles vai até 31 de dezembro. Antes desse período a gente vai estar abrindo um processo de eleição. Esses casos de diretores pro tempore só existem onde há vacância do cargo. Ou quando algum CMEI ou EMEF é inaugurada.

Redação Jornal Tempo Novohttp://WWW.portaltemponovo.com.br
O Tempo Novo é da Serra. Fundado em 1983 é um dos veículos de comunicação mais antigos em operação no ES. Independente, gratuito, com acesso ilimitado e ultra regionalizado na maior cidade do Estado.

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