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Caneta emagrecedora T36 é proibida pela Anvisa; entenda o motivo

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Canetas de aplicação sobre bandeja, Anvisa proíbe caneta emagrecedora T36 no Brasil
Anvisa proíbe caneta emagrecedora T36 por falta de registro sanitário no Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso da caneta de GLP-1 T36 em todo o Brasil. O medicamento vem do Paraguai e leva tirzepatida, o mesmo princípio ativo do Mounjaro. Segundo o órgão, o produto não tem registro sanitário no país, e a agência nunca avaliou sua segurança e eficácia.

Além disso, a Anvisa publicou a Resolução RE 3.626/2026 no Diário Oficial da União (DOU) para oficializar a medida. Assim, a proibição vale para pessoas físicas, jurídicas e também para veículos de comunicação, que ficam impedidos de divulgar o produto.

Site também é alvo de proibição

A Anvisa ainda proibiu a comercialização de canetas de GLP-1 pelo site da Go Pharma. O público costuma chamar essas canetas de canetas emagrecedoras. Nesse caso, a Resolução RE 3.480/2026 trouxe a medida, publicada em 8 de setembro.

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Segundo a Anvisa, o site anunciava medicamentos sem registro no Brasil, à base de tirzepatida, ou que alegavam ter retatrutida como princípio ativo. Essa substância, porém, ainda não tem registro em nenhum país do mundo.

Entre os produtos anunciados pelo site, estavam o T.G. 15 mg, o Tirzec 15 mg e o Lipoless MD 15 mg. A Anvisa já havia barrado a entrada desses itens no Brasil antes mesmo dessa resolução. Agora, a agência determinou a apreensão de todos os produtos anunciados pela Go Pharma, além da proibição de venda, distribuição, importação, propaganda e uso.

Anvisa aprova genéricos de liraglutida

Enquanto proíbe produtos irregulares, a Anvisa também avança na aprovação de opções regulamentadas. Nesse sentido, a agência aprovou o registro de dois medicamentos genéricos à base de liraglutida, substância que trata obesidade e diabetes tipo 2 em canetas. Ambos têm concentração de 6 mg/mL.

A farmacêutica brasileira EMS recebeu as autorizações e já comercializa duas canetas com os mesmos medicamentos. Uma delas, o Olire, controla o peso em adultos e adolescentes. A outra, o Lirux, gerencia a glicemia. Assim, os dois produtos ajudam na redução do apetite e no equilíbrio do açúcar no sangue.

Com a aprovação dos genéricos, o consumidor poderá comprar os produtos pelo nome do princípio ativo, sem a obrigatoriedade de uma marca comercial específica.

Foto de Mari Nascimento

Mari Nascimento

Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 24 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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