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quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Vírus pelo WhatsApp

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Por ser o programa de troca de mensagens instantâneas mais utilizado no mundo (600 milhões de usuários) e também por ser multiplataforma (iPhone, iOS, Android), o WhatsApp tem sido alvo de hackers que invadem os smartphones e monitoram conversas dos usuários que utilizam o aplicativo.

A maioria dos programas maliciosos utilizados pelos hackers permite ler mensagens de texto, verificar vídeos e imagens compartilhadas, visualizar o nome e número dos contatos e gerar registros de hora e data de todas as conversas.

Além de enviarem armadilhas virtuais para os usuários instalarem (sem saberem) os programas espiões, os cibercriminosos também interceptam as conversas na Internet.

Por conta disso, os responsáveis pelo WhatsApp já implementaram, na nova versão do aplicativo, a utilização de criptografia, mas somente para plataforma Android e nas conversas individuais. As outras plataformas e as conversas em grupos ainda não possuem esse recurso de segurança.

Para diminuir a possibilidade de uma invasão e um possível monitoramento, é fundamental possuir um bom software antivírus instalado no aparelho, e mantê-lo atualizado. Mas por si só ter um antivírus não resolve, pois os cibercriminosos muitas vezes induzem as vítimas a concordarem com a instalação do programa espião, ignorando o alerta do antivírus.

Todas as conversas com informações que possam comprometer a vida pessoal, profissional, a reputação e a segurança do usuário devem ser deletadas. Devemos sempre considerar que a perda ou a invasão do aparelho deixarão essas informações vulneráveis.

As conversas devem ser apagadas utilizando os próprios recursos do aplicativo, mas é bom que se saiba que é possível recuperar tanto as conversas, quanto imagens e vídeos.

Mesmo após serem deletados esses dados ficam armazenados na memória do dispositivo, mas ignoradas pelo sistema. Com utilização de programas de forense computacional é possível recuperar essas informações. Por isso é aconselhável utilizar outros recursos de eliminação definitiva de dados.

Um bom final de semana a todos e até o próximo encontro.

Eduardo Pinheiro Monteiro – Especialista em Internet e Crimes Virtuais.  E-mail: [email protected]

 

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