Bancos de todo o país enfrentam mudanças no atendimento nesta quinta-feira (20), após os bancários aprovarem uma paralisação de 24 horas. A mobilização afeta principalmente o atendimento presencial nas agências, mas não interrompe serviços como Pix, transferências e pagamentos pelos canais digitais. A principal dúvida dos clientes agora é: até quando os bancos ficam fechados e quando o atendimento volta ao normal?
A paralisação foi definida em assembleias realizadas na segunda-feira (17), depois que a categoria rejeitou a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O movimento faz parte da Campanha Nacional Unificada dos Bancários de 2026.
Quanto tempo vai durar a greve dos bancos?
A paralisação dos bancários está prevista para durar 24 horas nesta quinta-feira (20). Com isso, a expectativa é que o atendimento presencial seja retomado na sexta-feira (21), dentro do horário normal de cada agência.
No entanto, a abertura das unidades depende da adesão dos trabalhadores. Por isso, mesmo após o fim da paralisação nacional, pode haver diferenças no funcionamento de determinadas agências.
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O Sindicato dos Bancários de São Paulo destaca que os locais de trabalho não são automaticamente fechados: a paralisação depende da participação dos funcionários.
Mesmo com possíveis agências fechadas ou funcionando com equipes reduzidas, os principais serviços digitais continuam disponíveis. Clientes podem utilizar aplicativos, internet banking e caixas eletrônicos para operações como Pix, transferências, pagamentos e consultas.
A paralisação também não altera automaticamente os vencimentos de contas e boletos. Portanto, uma conta que vence nesta quinta-feira continua com o mesmo prazo de pagamento.
Por que os bancários estão em greve?
A mobilização ocorreu após a categoria rejeitar propostas apresentadas pela Fenaban durante as negociações da Campanha Nacional dos Bancários.
Entre as reivindicações estão aumento real nos salários, reposição da inflação, mudanças no piso salarial, reajustes nos valores dos vales-refeição e alimentação e melhorias na participação nos lucros e resultados.
Segundo os sindicatos, a paralisação foi aprovada após a ausência de avanços considerados suficientes nas negociações.
