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sábado, 30 de Maio de 2020

A agonia de Bruno

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Redação Jornal Tempo Novohttp://WWW.portaltemponovo.com.br
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Por Yuri Scardini

Nesta semana, surgiram informações nos bastidores de uma suposta reaproximação política entre o governador Renato Casagrande (PSB) e o prefeito da Serra Audifax Barcelos (Rede), além de um suposto convite para filiar o prefeito no PSB. Na imprensa e no métier político local, a informação foi disseminada pelo secretário estadual Bruno Lamas (PSB). A mesma notícia chegou para deputados da Assembleia, por vias do também secretário de Estado, Thyago Hoffman.

E ao longo da semana, a informação foi sendo literalmente desmentida, tanto por correligionários do PSB quanto por aliados de Audifax. Nos bastidores, a situação pegou mal demais para Bruno. A fake news teve cara de ação coordenada, com objetivo de criar constrangimento em Audifax, uma vez que o prefeito vem costurando aliança com o grupo político liderado por Erick Musso (PRB), o qual vem travando uma espécie de guerra velada no Parlamento. Além disso, desde meados de 2018, Audifax afastou Lamas da linha de sucessão na Serra.

Para dar uma roupagem de veracidade, Bruno criou um factoide em torno da exoneração do coronel Nylton Rodrigues do comando da Secretária de Defesa Social. Nylton era cotado para ser candidato pelas mãos de Audifax e sua saída encorpou a fake news lançada pelo secretário estadual.

É natural que um governador e um prefeito da maior cidade do estado dialoguem; entretanto, politicamente, uma reaproximação entre Audifax e Casagrande parece algo mais distante.

O sentimento que ficou é que Bruno está encurralado. Recentemente, Casagrande tentou vender sua candidatura a prefeito da Serra para o deputado Amaro Neto (PRB), com objetivo de limpar a área em Vitória e atender os aliados do PPS. Além do mais, tem a vigília do deputado federal Sérgio Vidigal (PDT), que cobra do governador apoio na Serra e é notoriamente mais competitivo nas urnas do que Bruno.

Do lado oposto, vê as possibilidades de apoio de Audifax cada vez mais improváveis e tem adversários como os deputados Alexandre Xambinho (Rede) e Vandinho Leite (PSDB) se armando e articulando um grupão para invadir a eleição de 2020. À distância tem outros mais, como o secretário da Casa Civil, Carlos Manato (PSL), que em 2018 obteve um resultado muito expressivo na corrida para governador, ficando em segundo nas urnas.

 

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