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Protesto de trabalhador promete parar a Serra, o Estado e o Brasil

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Professores em protesto na Reta do Aeroporto em abril de 2014: um dos pontos que podem ser fechados é na BR 101, em Carapina. Foto: Arquivo TN Bruno Lyra

Clarice Poltronieri

Hoje trabalhadores de diversos setores farão greve e prometem parar a Serra, o estado e o país em protesto contra as mudanças propostas nas leis trabalhistas e previdência social. Quem pretende sair de casa, deve estar atento ao trânsito e ao que estará funcionando. As mudanças no texto-base da Reforma Trabalhista foram aprovadas na Câmara dos Deputados na última quarta (26).

Na Serra, escolas municipais e bancos não terão expediente. Já a assessoria de imprensa da prefeitura afirmou que o expediente de órgãos e repartições está mantido.

Mas o expediente de diversos estabelecimentos e órgãos pode ficar à mercê da circulação de ônibus. Segundo o Sindirodoviários, o Transcol só deve circular com 30% da frota, mas o Tribunal Regional do Trabalho do Espírito Santo analisa um pedido de liminar protocolado pela empresas de coletivos para que 100% da frota seja obrigada a circular.

Lojas e supermercados têm a orientação do Fecomércio para abrirem, mas o Sindicato dos Comerciários do Estado afirma que os funcionários vão paralisar. O Sindicato dos Bancários também confirma adesão ao movimento.

Nas escolas particulares, as aulas serão mantidas, segundo o Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Estado do Espírito Santo (Sinepe), mas o Sindicato dos Professores do Estado (Sinpro) orienta os profissionais a aderirem ao movimento.

Por sua vez, o Sindicato dos Médicos do Estado do Espírito Santo disse que a categoria não vai participar da paralisação por fornecer um serviço essencial à população e por temor a represálias aos funcionários, apesar de apoiar o movimento.

A manifestação deve contar com adesão de sindicatos e funcionários da construção civil, saúde, metalúrgicos, portuários, aeronautas e outras categorias.

Trânsito fechado em Carapina e outros seis pontos

O trânsito deve ficar complicado na Grande Vitória. Isso porque os organizadores locais do movimento anunciaram que vão obstruir pistas em sete pontos: na Serra, na BR 101 (em frente ao Apart Hospital); em Vitória na avenida Dante Michelini (um na altura do trecho da Rodovia Norte Sul e outro próximo a entrada para a Vale), na praça do pedágio da Terceira Ponte, na descida da Segunda Ponte (perto da rodoviária) e na avenida Fernando Ferrari (em frente a Ufes); e em Viana, na BR 262 (próximo a Real Café).

A partir do 12h, os manifestantes prometem seguir em direção à sede da Findes, na Reta da Penha, onde haverá um ato às 14h.

Já a Polícia Militar declarou em nota que todo o efetivo estará nas ruas com patrulhamento ostensivo, cercos táticos e pontos-base. Estarão envolvidos os Comandos de Policiamento Regionais e o Especializado.

O projeto de lei que propõe as mudanças foi aprovado por 296 votos a favor e 177 contra.Foram modificados 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, 17 deles ainda precisam ser votados.

Entre as alterações, a medida estabelece que nas negociações trabalhistas o acordo entre patrão e empregado pode prevalecer sobre a lei e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista.

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