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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Desempregados viram motoristas de aplicativo para garantir sustento

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Motoristas encontram oportunidade de trabalho com os aplicativos de corridas. Foto: Agência Brasil

Além de baratear o deslocamento das pessoas, os aplicativos de transporte viraram oportunidade de trabalho em tempos de desemprego recorde. Na Serra, não é diferente. Mas, como nem tudo são flores, quem trabalha no Uber, 99Pop e em outros serviços similares têm seus desafios diários.

Motoristas ouvidos pele TEMPO NOVO e que dirigem no município, afirmaram que uma das vantagens é a escolha do horário para trabalhar. E a maior desvantagem é a insegurança, já que constantemente são registrados assaltos.

Charles Pessoa, morador de Bicanga, é um dos que escolheu o meio para se sustentar após ficar desempregado. “Fiquei desempregado em 2018 e, como não consegui outra oportunidade, resolvi entrar no Uber. Consigo garantir minha renda mensal e gostei de poder escolher em qual horário ir para a rua. Temos alguns grupos no WhatsApp e vejo muitas reclamações por conta da insegurança. Vários colegas meus já foram assaltados”, observa.

Adenilton de Souza, de Manguinhos, também virou motorista após ficar desempregado. E agora não quer mais parar de trabalhar com aplicativos. “Quando eu entrei no Uber era por dificuldade financeira, mas algum tempo depois comecei a gostar. Mesmo não tendo um salário fixo, eu consigo garantir minha renda e trabalhar no meu horário”, disse o serrano, que também já lidou com situações de violência e sofreu tentativas de assaltos.

Também existem aqueles que fazem outros serviços, mas que escolherem trabalhar nos aplicativos para garantir um extra. É o caso do Carlos Geovane Rodrigues, funcionário de uma indústria em Carapina. Ele conta que, ao sair da empresa com seu carro, já liga o aplicativo esperando fazer viagens e faturar um dinheiro a mais.

“Meu cunhado me indicou essa forma de trabalho e consigo garantir um dinheiro extra para pagar as contas e também para curtir um pouco, já que meu salário formal não estava dando conta”, revela.

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

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