Acreditar em Deus é, para a maioria dos brasileiros, um critério relevante na hora de escolher o próximo presidente. É o que mostra a 28ª rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em agosto de 2026, que ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre 31 de julho e 3 de agosto.
Segundo o levantamento, 86% dos entrevistados consideram importante que o candidato ou a candidata acredite em Deus. Apenas 13% discordam, e 1% não soube ou não quis responder.
O peso da fé, porém, não se traduz em fechamento religioso. Quando a pergunta muda para seguir orientações de líderes religiosos, o apoio cai para 56%. E quando o tema é pertencer à mesma religião do eleitor, a importância desaba para 26%, com 72% dizendo que isso não faz diferença.
Diferenças regionais e por idade
A crença em Deus como critério de voto varia pouco entre as regiões do país, mas ainda assim mostra um padrão. No Nordeste, 91% consideram o tema importante, enquanto no Sudeste esse índice cai para 82%, a menor marca entre as regiões.
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A idade também influencia a resposta. Entre os jovens de 16 a 34 anos, 77% valorizam a fé do candidato. Já entre os que têm 60 anos ou mais, o índice sobe para 93%. A escolaridade segue lógica parecida: quanto maior o nível de ensino, menor a importância dada à crença religiosa. Entre quem tem ensino fundamental, 92% acham o tema relevante. Entre os que concluíram o ensino superior, a taxa cai para 77%.
Espectro político também pesa
O posicionamento político escancara a divisão. Entre eleitores que se declaram bolsonaristas, 95% dizem que a fé do candidato importa. Já entre a esquerda não lulista, esse índice é o menor de todos os grupos, 77%.
Chama atenção que católicos e evangélicos praticamente empatam na resposta: 91% e 92%, respectivamente, dizem que acreditar em Deus é importante para o voto presidencial. A diferença entre as duas maiores religiões do país aparece nos outros critérios, ainda que de forma discreta.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06591/2026, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.Acreditar em Deus é, para a maioria dos brasileiros, um critério relevante na hora de escolher o próximo presidente. É o que mostra a 28ª rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em agosto de 2026, que ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre 31 de julho e 3 de agosto.
Segundo o levantamento, 86% dos entrevistados consideram importante que o candidato ou a candidata acredite em Deus. Apenas 13% discordam, e 1% não soube ou não quis responder.
O peso da fé, porém, não se traduz em fechamento religioso. Quando a pergunta muda para seguir orientações de líderes religiosos, o apoio cai para 56%. E quando o tema é pertencer à mesma religião do eleitor, a importância desaba para 26%, com 72% dizendo que isso não faz diferença.
Diferenças regionais e por idade
A crença em Deus como critério de voto varia pouco entre as regiões do país, mas ainda assim mostra um padrão. No Nordeste, 91% consideram o tema importante, enquanto no Sudeste esse índice cai para 82%, a menor marca entre as regiões.
A idade também influencia a resposta. Entre os jovens de 16 a 34 anos, 77% valorizam a fé do candidato. Já entre os que têm 60 anos ou mais, o índice sobe para 93%. A escolaridade segue lógica parecida: quanto maior o nível de ensino, menor a importância dada à crença religiosa. Entre quem tem ensino fundamental, 92% acham o tema relevante. Entre os que concluíram o ensino superior, a taxa cai para 77%.
Espectro político também pesa
O posicionamento político escancara a divisão. Entre eleitores que se declaram bolsonaristas, 95% dizem que a fé do candidato importa. Já entre a esquerda não lulista, esse índice é o menor de todos os grupos, 77%.
Chama atenção que católicos e evangélicos praticamente empatam na resposta: 91% e 92%, respectivamente, dizem que acreditar em Deus é importante para o voto presidencial. A diferença entre as duas maiores religiões do país aparece nos outros critérios, ainda que de forma discreta.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06591/2026, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.

