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Mulheres, entre elas uma grávida, são vítimas de ataque a tiros na Serra; uma morre

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Maria Fernanda de Oliveira Félix, mulher morta em ataque a tiros na Serra
Maria Fernanda de Oliveira Félix, de 22 anos, morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo na Central Carapina, na Serra | Foto: Reprodução Redes sociais
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Um homicídio a tiros deixou uma mulher morta e outra ferida na Central Carapina, na Serra. O crime aconteceu nesta terça-feira (18), por volta das 9h, na Rua Alagoas. Equipes de saúde socorreram as duas vítimas e as levaram para a UPA de Carapina. A Polícia Militar chegou ao local pouco depois.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar já fazia saturação policial na região quando recebeu o alerta dos disparos. Ao chegar à UPA, os militares encontraram D. C. da S., de 25 anos, com um tiro no braço esquerdo. Ela estava grávida de 20 semanas e contou aos policiais que homens armados atiraram contra ela e outra mulher, dentro de um carro preto. D. C. da S., porém, não soube explicar o motivo do ataque.

A segunda vítima, Maria Fernanda de Oliveira Félix, de 22 anos, não resistiu aos ferimentos. Ela trabalhava como atendente de sorveteria. Os tiros atingiram o tórax, dos dois lados, e o braço esquerdo dela. A equipe médica da UPA tentou reanimá-la, mas confirmou a morte após os procedimentos de emergência.

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Fontes ligadas à apuração do caso afirmam, em caráter preliminar, que as duas mulheres não teriam relação com o tráfico de drogas que atua na região e teriam sido atingidas por estarem próximas ao local dos disparos. A informação, porém, ainda não foi confirmada oficialmente. A reportagem apura também se uma terceira pessoa, baleada e atendida na UPA de Castelândia, tem relação com o caso.

Investigação sobre o homicídio na Serra

A Polícia Militar diz que adotou as providências cabíveis depois do registro da ocorrência. Ainda assim, o boletim não identifica os autores dos disparos e também não confirma a motivação do crime. Até o momento, não há informações sobre a abertura de inquérito pela Polícia Civil, que apura homicídios na região.

O caso reforça a preocupação com a violência armada na Central Carapina. O bairro já registrou outras ocorrências semelhantes e concentra ações de saturação policial do 6º Batalhão da Polícia Militar. Por isso, a reportagem vai acompanhar os desdobramentos das investigações. Também busca posicionamento da Polícia Civil sobre o andamento do caso.

Foto de Mari Nascimento

Mari Nascimento

Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 24 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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