Falta segurança e sobram assaltos em Chácara Parreiral

Compartilhe:
O medo domina as ruas de Châcara Parreiral por conta da violência. Foto: Joatan Alves
O medo domina as ruas de Châcara Parreiral por conta dos constantes assaltos que têm acontecido no bairro nos últimos dias. Foto: Joatan Alves
O medo domina as ruas de Châcara Parreiral por conta dos constantes assaltos que têm acontecido no bairro nos últimos dias. Foto: Joatan Alves

Por Gabriel Almeida

Falta policiamento e sobram assaltos na comunidade de Chácara Parreiral, na Serra. Esta é a reclamação dos moradores do bairro que estão sofrendo com a falta de segurança pública.

Segundo moradores, é alto o número de roubos na região, Informações dão conta também de que as vítimas até fazem o Boletim de Ocorrência mas mesmo assim o policiamento no bairro é falho.

Receba as notícias mais importantes do dia no grupo de WhatsApp do Tempo Novo

Isto é o que afirma a presidente da comunidade, Patrícia Gomes que disse que os moradores estão implorando por policiamento. “Todos os dias várias pessoas são assaltadas aqui no bairro. Está terrível a situação”, denuncia.

Num grupo do bairro numa rede social moradores reclamam. “A polícia deveria ter presença mais constante no bairro”, afirma uma das internautas.

Outro morador chama atenção para o Boletim de Ocorrência. “É imprescindível que seja feito. A logística da Polícia Militar se baseia em números. Se estão ocorrendo muitos casos numa localidade, automaticamente a logística ali é reforçada”, alerta.

No último dia 4, um caso de violência deixou os moradores do bairro aterrorizados. Uma vendedora de 26 anos foi baleada na cabeça por bandidos quando aguardava o pai retirar o carro da garagem. O crime aconteceu por volta das 6h30. Paula Stange Ribeiro é filha de um sargento da Polícia Militar.

A reportagem entrou em  contato com a Polícia Militar (PM)que  pede a colaboração da comunidade de Chácara Parreiral para que as ocorrências sejam devidamente registradas. Assim, a polícia tem conhecimento dos fatos e direciona o policiamento para os locais mais vulneráveis.

A PM ainda disse que em casos de ocorrência ou suspeita de crime, o Ciodes (190) deve ser acionado. Além disso, os fatos devem ser registrados nas delegacias, para que a Polícia Civil inicie uma investigação. A PM ainda disse que  já atua diariamente na região e realiza abordagens a suspeitos. Denúncias anônimas devem ser repassadas por meio do 181.

 

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

Leia também