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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Vila em Jacaraípe é uma das capitais das artes da Serra e ES

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Após Neusso (de chapéu) construir a Casa de Pedra, outros artistas se instalaram no entorno, no bairro São Francisco, hoje referência de turismo e cultura. Foto: Arquivo TN/Fábio Barcelos

Bonecas de pano, esculturas em madeira, mosaicos, mandalas e artesanatos que usam folhas e pedras. Tudo isso pode ser encontrado em Jacaraípe, no bairro São Francisco, na Vila das Artes. O local conta com diversos ateliers, inclusive com a famosa Casa de Pedra, do artista plástico Neusso Ribeiro.

A Vila, que fica na rua Donaldison da Rocha Barros, teve sua origem quando Neusso comprou um terreno no local e, em 1990, teve a ideia de construir uma casa utilizando pedra e madeira. Daí, surgiu a Casa de Pedra, hoje patrimônio artístico e um dos locais de referência turística e educacional da Serra. Nos anos seguintes, outros artistas também compraram terrenos no entorno da Casa e montaram seus ateliês na região.

Uma delas é a artista Vera Lúcia, do atelier Arte de Viver, que trabalha com marchetaria, mosaico, acrílica sobre tela e esculturas. Suas peças são elaboradas com matérias convencionais e reciclados. Vera abre seu estúdio aos sábados e domingos, e excepcionalmente neste final de semana funcionará até às 14h.

Agda Mattos também está na Vila e produz bonecas de pano de diversos tamanhos. Atualmente, ela não tem aberto seu atelier por conta de problemas de saúde, mas segue com sua produção e expõe nos espaços dos outros artistas da Vila.

Agda conta que o movimento no local é aleatório. “Muitas pessoas passam por aqui, a maioria vem visitar a Casa de Pedra e acaba passando pelos outros espaços para conhecer também”, conta.

Além delas, tem ainda os ateliers de Dida Áurea Thomé, do Espaço Ecoternura, que utiliza sementes, casas, folhas e flores que já caíram e pedras para montar suas obras de arte; e Leonardo José Mello Wilke, que é engenheiro florestal e sempre busca associar reciclagem de materiais, beleza e utilidade.

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