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Supermercado tem setor interditado após fiscalização encontrar rato morto e alimentos roídos

Operação encontrou embalagens danificadas por roedores, fezes de animais e um rato morto próximo aos alimentos.
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supermercado fiscalizado na Serra
A ação aconteceu no supermercado Atacadão, que fica as margens da BR 101, em Colina de Laranjeiras. Crédito: Divulgação
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Uma operação realizada nesta terça-feira (15) retirou aproximadamente nove toneladas de alimentos das prateleiras de um supermercado após fiscais encontrarem uma série de irregularidades sanitárias no estabelecimento.

A ação reuniu equipes da Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), e do Procon-ES. O supermercado fiscalizado fica no bairro Colina de Laranjeiras, na Serra.

Segundo a Polícia Civil, a fiscalização ocorreu após denúncias relacionadas às condições dos alimentos comercializados no estabelecimento.

Durante a inspeção, os agentes encontraram embalagens danificadas por roedores, fezes de animais e um rato morto próximo às gôndolas onde produtos estavam disponíveis para venda. A ação aconteceu no supermercado Atacadão, que fica as margens da Avenida Mestre Álvaro, antiga BR 101, em Colina de Laranjeiras.

Setor de supermercado é interditado na Serra

Diante da situação, as equipes acionaram a Vigilância Sanitária. O órgão determinou a interdição do setor onde os alimentos estavam armazenados e expostos.

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Além disso, a Vigilância Sanitária exigiu a higienização imediata do espaço.

Os fiscais também retiraram cerca de nove toneladas de alimentos de comercialização. Agora, os produtos passarão por uma avaliação das condições sanitárias.

Dessa forma, os itens não poderão voltar às prateleiras até que os responsáveis concluam a análise e confirmem se existe segurança para a comercialização.

Alimentos com sinais de violação passarão por análise

As equipes recolheram separadamente os produtos que apresentavam sinais de violação. Esses alimentos também passarão por análise.

Caso a investigação confirme a existência de produtos impróprios para consumo, os responsáveis poderão responder criminalmente.

De acordo com a Polícia Civil, a legislação relacionada às relações de consumo prevê penas que podem variar de dois a cinco anos de prisão, dependendo do enquadramento jurídico e das irregularidades comprovadas.

O titular da Decon, delegado Eduardo Passamani, afirmou que a operação demonstra a importância da atuação conjunta dos órgãos responsáveis pela defesa do consumidor.

“A ação reforça a atuação integrada dos órgãos de fiscalização na proteção da saúde e da segurança dos consumidores e na responsabilização de eventuais responsáveis por irregularidades”, destacou ao Tempo Novo.

A reportagem procurou a assessoria do Supermercado Atacadão para falar sobre o assunto e assim que a demanda for respondida será publicada neste espaço.

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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