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Políticos da Serra defendem adiamento das eleições municipais para novembro

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Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

Políticos defendem adiamento da eleição. Foto: Divulgação

Autoridades politicas capixabas defendem o adiamento das eleições 2020 para novembro, em função da pandemia do novo coronavírus. Segundo proposta, que deve ser votada na Câmara dos Deputados esta semana, o primeiro turno das eleições seria realizado em 15 de novembro, enquanto o segundo turno passaria a 29 de novembro.

Deputado federal com domicilio eleitoral na Serra, Sérgio Vidigal (PDT) adianta que seu voto será pela alteração dos prazos.

“Sou favorável ao adiamento das eleições 2020 para novembro, como prevê a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), devido ao atual cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus. A prioridade no momento é preservar a saúde de todos e esse tempo é necessário para tomar as medidas sanitárias devidas dos locais que vão receber a população”, disse o deputado por meio de sua assessoria.

O presidente municipal do PDT, Alexsandro Comper, disse que o PDT de Serra está no aguardo da alterações de datas ventiladas. Portanto, a orientação para nossos quadros é de observação e cumprimento dos prazos vigentes.

“Em havendo alteração, que ela ocorra de forma a garantir a proteção da saúde comum, mas também a garantir a manutenção da ordem democrática, ou seja, eleições seguras sem prorrogação de mandato”, disse.

Presidente municipal do PT, Miguel Júnior disse que a posição do partido é a de que, se existe um problema de saúde é mais que necessário transferir a eleição para o mês de novembro. “Minha defesa é para transferir a data da eleição. Não concordo com a prorrogação de mandatos. Mas transferir [a eleição] de outubro para novembro é uma decisão acertada devido à pandemia do Covid-19”.

A deputada Soraya Manato (PSL) disse por meio de sua assessoria que “concorda com o adiamento das eleições. Votará a favor. E defende que as eleições sejam ainda este ano.

O porta-voz estadual da Rede, André Toscano, disse que a legenda e favorável ao adiamento das eleições para o dia 15 de novembro (primeiro turno). “Inclusive o projeto que foi aprovado no Senado e está sob apreciação na Câmara é de autoria da Rede, do senador Randolfe Rodrigues. A gente entende que em outubro não tem condições de as pessoas irem às urnas, em função da pandemia, e a gente é favorável ao adiamento das eleições para novembro. Até para que possamos avaliar o comportamento da pandemia e também ter tempo de as pessoas conhecerem os candidatos. A gente tem o sentimento de que a campanha vai ser muito mais virtual, de reuniões na internet e lives. Isso demanda tempo e para dar oportunidade a todos é preciso mais tempo”.

O presidente do PSC na Serra, vereador Ailton Rodrigues, acredita que diante do cenário de pandemia, o adiamento das eleições “é louvável porque dá uma trégua e permite que todos disputem em condições de igualdade. O que não poderia era manter os prazos das convenções e registros de candidatura”, avaliou.

Já o  deputado estadual Bruno Lamas (PSB) diz que considera uma afronta debater eleições neste atual cenário. “Falar em eleição em tempos de pandemia é uma afronta às pessoas. E um desrespeito às famílias. Adiar é inevitável, decisão acertada do TSE. O que nós brasileiros esperamos é inclusive que os recursos que seriam usados para eleição, sejam totalmente destinados ao combate à covid-19”.

A reportagem tentou, sem sucesso, contato com outras lideranças do Estado.

Entenda:

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramita no Congresso Federal, precisa ser sancionada até sexta-feira (3) para que possa entrar em vigência para as eleições 2020. A proposta já foi aprovada no Senado e traz uma série de mudanças no Calendário Eleitoral. Além da votação, cujo primeiro turno ocorreria em 15 de novembro e o segundo turno em 29 de novembro; também haveria mudanças na data das convenções partidárias, que seriam autorizadas entre 31 de agosto e 16 de setembro.

Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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