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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Polícia Federal prende ex-empregado dos Correios por desvio de mercadoria

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

A Operação Sobreposta aconteceu na manhã desta quarta (4) e foi encontrado na casa de ex-funcionário diversos objetos desviados. Foto: Divulgação

A Polícia Federal realizou na manhã desta quarta (4) a Operação Sobreposta que investiga e tem o objetivo de reprimir o desvio de encomendas dos Correios por ex-empregados terceirizados do órgão que trabalhavam no Centro de Distribuição.

Por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas (Delepat) a operação contou com a participação de oito policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na Serra.

No transcorrer do cumprimento foi localizada parte dos produtos indevidamente desviados pelo ex- empregado, como celulares, notebook, espingardas de pressão e coldres.

Operação Sobreposta

Trata-se de investigação iniciada a partir de denúncia dos Correios que identificou encomenda em que havia uma etiqueta sobreposta sobre o campo do destinatário com dados de um empregado de uma de suas empresas terceirizadas que, na época, trabalhava no Centro de Distribuição.

A PF Constatou-se então que no período em que esse empregado trabalhou no setor ao menos 77 encomendas foram extraviadas daquele centro.

Pena

Tendo em vista que o Código Penal o funcionário público que se apropria indevidadamente das encomendas responderá pelo crime de peculato (art. 312 com o art. 327, § 1, do Código Penal), com pena que veria de 02 a 12 anos de reclusão.

Nome da operação

O nome da operação foi dado porque o desvio das encomendas era sobrepor etiqueta com dados do investigado, para que chegassem até a sua residência, a operação foi batizada de Sobreposta, já que uma etiqueta fraudada era sobreposta sobre uma etiqueta legítima.

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Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

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