A chinesa OPPO, que disputa o mercado com Samsung e Xiaomi, abriu no sábado (17) sua primeira loja própria no país, com celulares a partir de R$ 72 por mês. A unidade fica no Shopping Interlagos, na zona sul de São Paulo, e marca uma nova fase da OPPO no Brasil. A fabricante, que diz ser a quarta maior do mundo em smartphones, já promete mais endereços até o fim do ano.
A lista inclui Brasília, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A empresa, porém, ainda não informou as datas de cada inauguração.
Quem é a OPPO
Pouca gente associa o nome à marca, mas os números são de gigante. Segundo a fabricante, são mais de 760 milhões de usuários no mundo. No Brasil, a empresa afirma ocupar a quarta posição no mercado de celulares, com base em dados atribuídos à consultoria Omdia.
A ambição vai além. A OPPO definiu como meta chegar ao segundo lugar entre as marcas Android no país até 2029.
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Antes de São Paulo, a marca já tinha aberto, em março, seu primeiro espaço físico no Brasil, no Shopping Castanheiras, em Belém (PA).
Quanto custam os celulares da OPPO
A vitrine vai do básico ao topo de linha. Na loja online oficial da marca, o celular mais barato nesta segunda-feira (19) era o A6t, com 128 GB e bateria de 6.500 mAh, por R$ 1.273 no Pix ou 18 vezes de R$ 72,16. Também na linha A, de entrada, o A6 de 256 GB custava R$ 2.253, e o A5 Pro 5G saía por R$ 2.841.
A linha Reno16, principal aposta da marca para 2026, aparecia com descontos. O Reno16 F partia de R$ 3.821, enquanto o Reno16 de 512 GB caía de R$ 6.999 para R$ 5.879.
No topo está o Find X9 Pro, com câmera Hasselblad de 200 MP e bateria de 7.500 mAh. O modelo custava R$ 11.759 no Pix, ou 18 vezes de R$ 666,61.
Como os valores mudam com frequência, vale comparar com o varejo antes de comprar. Em outras lojas, o Find X9 Pro já aparece por cerca de R$ 10,5 mil.
O que tem na loja da OPPO
Além da venda, o espaço permite testar os aparelhos antes da compra, com consultoria especializada e demonstração dos recursos de inteligência artificial. A loja também vende acessórios, como os fones Enco Clip2, que custam R$ 1.599.
Assistência técnica também cresceu
Para quem pensa em trocar de celular, o pós-venda conta. A OPPO mantém centros de serviço oficiais em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto.
Segundo Ethan Xue, presidente da OPPO na América Latina, o Brasil se tornou um mercado estratégico, e a experiência presencial ainda pesa na decisão de compra, sobretudo para quem quer testar a tecnologia antes de levar o aparelho.
A aposta da marca, portanto, é simples: fazer o consumidor brasileiro ver, pegar e testar antes de trocar de marca.