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terça-feira, 13 abril - 2021
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Nos EUA, capixabas relatam aumento do comércio de armas e temor pela falta de comida

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Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

Voo do Brasil para Estados Unidos na última sexta-feira. Poltronas vazias. Foto: Roberto do Valle

Em sua rotineira viagem do Brasil para os Estados Unidos, o empresário Roberto do Valle foi surpreendido com os aeroportos por onde cruzou vazios, assim como a aeronave que fez o trajeto. O fato foi devidamente registrado por ele, por meio de fotos.

“Faço esse trajeto ao menos uma vez por mês e pela primeira vez vim em um voo vazio e que precisou ser antecipado porque a companhia cancelou a viagem original”.

Sobre precauções com a Covid-19, disse que está mantendo sua rotina. “Estou há 30 anos entre Estados Unidos e Brasil; já enfrentei furacões e outras intempéries, mas esta é a primeira vez que me deparo com uma situação como essa. As pessoas parecem assustadas e estão cancelando trabalhos. Esta semana tive cancelada uma obra orçada em U$$ 70 mil”, diz ele.

Supermercados nos condados de Broward e Palm Beach estão com prateleiras vazias. Foto: Maria Nascimento

A reportagem do TEMPO NOVO percorreu ruas e estabelecimentos comerciais nos condados de Broward e Palm Beach, na Flórida. Por aqui, as pessoas andam em locais públicos utilizando máscaras e funcionários de lojas e supermercados não disfarçam a apreensão por estarem em contato com centenas de pessoas diariamente.

“Eu acho que inevitavelmente todas as pessoas vão contrair o vírus. O meu único medo é de faltar comida; e como estão vendendo mais armas, as pessoas começarem a matar por comida, por fome; como uma terceira guerra. Acho que os que já estão debilitados vão morrer, mas a gente consegue superar mais esta”, disse a enfermeira Susana Vitcoski.

A capixaba Kátia Camilo atua como cabeleireira nos Estados Unidos. Ela conta que as clientes cancelaram agendas esta semana. “Não sabemos como serão as próximas semanas e nem se teremos trabalho. Estamos preocupados com os mantimentos, já que houve uma corrida aos supermercados e alguns itens cotidianos viraram artigos de luxo”, reclamou.

A maior rede de supermercados dos Estados Unidos, cujo funcionamento das lojas era 24h, está fechando as portas às 23h. Shoppings, lojas e outros estabelecimentos comerciais estão com horários reduzidos. Além disso, escolas não estão recebendo alunos desde a última segunda-feira (17).

Confira a galeria de imagens do cotidiano na Flórida:

 

Mari Nascimento
Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 18 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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