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Homicídio em Transcol pode não ter sido gravado

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O crime no coletivo teria sido cometido por “justiceiros”, que se identificam como policiais. Foto: Arquivo TN
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O crime no coletivo teria sido cometido por “justiceiros”, que se identificam como policiais. Foto: Arquivo TN
O crime no coletivo teria sido cometido por “justiceiros”, que se identificam como policiais. Foto: Arquivo TN

O sistema de videomonitoramento do ônibus dos sistema Transcol pode não ter flagrado a ação de quatro homens que atacaram um grupo de jovens que pularam a roleta de um ônibus na madrugada do último domingo (17) no bairro Civit. Um menor de 17 anos, identificado como Charlisvan, foi morto durante a ação. O caso está sendo conduzido pela Delegacia de Crimes Contra a Vida da Serra (DCCV), que tem como titular o delegado Marcos Vinicius Rodrigues.

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O crime teria sido cometido por “justiceiros”, que se identificam como policiais. Segundo relatos de outras vítimas, eles estão agindo nos coletivos, coibindo a prática de pular a roleta e ouvir músicas no modo viva voz. Também estariam realizando abordagens nos terminais dos Transcol.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) não confirma a informação de que haveria um grupo de justiceiros agindo no interior dos coletivos do município. Informou, por meio de sua assessoria, que esta é a primeira vez que o delegado Marcus Vinicius recebe a informação desse suposto grupo. “Em relação às imagens, ele recebeu hoje, extra-oficialmente, por um funcionário da empresa, que não tem imagens do ônibus para serem disponibilizadas, mas o delegado aguarda a resposta formal da empresa”, disse por meio de nota a assessoria da Sesp.

Informou ainda que abordagens a coletivos são realizadas em toda a Grande Vitória e desde o dia 1º de maio 97 ônibus foram abordados. Disse ainda que a Polícia Militar pede ajuda, com denúncias que podem ser feitas por meio do número 181 ou 190, em caso de ocorrência de crime ou atitude suspeita.

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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