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domingo, 17 de novembro de 2019

Escolas, bancos e Transcol param em greve geral contra propostas de Bolsonaro

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Greve é contra propostas do Governo Bolsonaro. Foto: Agência Brasil

A greve geral prevista para esta sexta-feira (14) contra a reforma da Previdência e o governo Bolsonaro promete mobilizar trabalhadores de diversas categorias. O movimento está sendo organizado nas principais cidades do país. Na Serra, até a o início da noite de ontem (13), já havia a confirmação da adesão de professores, bancários e rodoviários, conforme os sindicatos de cada categoria.

Durante esta semana, centrais sindicais convocaram diversas categorias a participar do movimento. Além de se opor à Reforma da Previdência proposta por Bolsonaro, o protesto também é contra os cortes na educação e pede maior geração de empregos, além da retomada do crescimento na economia. O ato também tem apoio dos principais partidos de oposição ao governo.

Até o início da noite da última quinta (13), a informação era a de que os rodoviários iriam circular com 70% da frota dos ônibus em horários de pico – compreendidos entre 6h e 9h da manhã, bem como das 17h às 20h – e 50% dos coletivos em horários normais. Inicialmente, a categoria estava planejando parar 100%, mas por conta de uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho, terão que manter uma quantidade da frota na rua.

Agências fechadas e manifestação em Vitória

Além dos rodoviários, o Sindicato dos Bancários (Sindibancários) afirmou que nenhuma agência iria funcionar nesta sexta por conta da adesão da categoria à greve. De acordo com o sindicato, a decisão de aderir ao movimento foi tomada em assembleia na noite da última terça-feira (11). Disse, ainda, que a partir das 13h da sexta os manifestantes vão se reunir na Reta da Penha, em Vitória, em frente à Federação das Indústrias do Espírito Santo.

Os profissionais da rede estadual e municipal de educação da Serra também aderiram à paralisação. A afirmação é do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes).

Alunos da Serra podem ficar sem aula nesta sexta

Por conta da greve geral, pelo menos parte das escolas municipais pode não ter aula. A Secretaria Municipal de Educação disse que as unidades de ensino poderão escolher se aderem ou não à paralisação nacional.

De acordo com a Sedu, numa assembleia realizada com o sindicato da categoria, a decisão final foi de que não haverá aula na Serra, mas algumas escolas já se pronunciaram e irão funcionar normalmente. A secretaria não informou quais unidades irão abrir.

Ainda segundo a Prefeitura, os alunos das escolas que paralisarem não serão prejudicados, pois, por lei, é preciso cumprir 200 dias letivos e carga horária de, no mínimo, 800 horas. Já a Secretaria Estadual de Educação informou que as escolas estaduais irão funcionar nesta sexta.

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