Uma nova oportunidade de renda extra chama a atenção de quem deseja trabalhar na organização de uma das maiores avaliações do país. O Enem mobiliza equipes em milhares de locais e precisa de profissionais para acompanhar todas as etapas da aplicação.
O trabalho não se limita à fiscalização dentro das salas. A operação também reúne monitores, chefes de sala, porteiros, técnicos de informática, seguranças e profissionais preparados para atender participantes com deficiência.
Entre as oportunidades, uma função oferece pagamento de R$ 864 por dia. O valor, porém, depende da atividade realizada e da distância que o profissional precisa percorrer.
Além disso, cada vaga segue um processo de seleção diferente. Por isso, o interessado deve identificar primeiro se deseja atuar como certificador do Inep ou integrar a equipe operacional responsável pelo local de prova.
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Inep seleciona profissionais para fiscalizar a aplicação do Enem
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira seleciona profissionais para integrar a Rede Nacional de Certificadores.
O órgão pode convocar os selecionados para acompanhar o Enem e outras avaliações educacionais realizadas em todo o Brasil.
O certificador representa o Inep no local de aplicação. Portanto, ele não exerce a mesma função de um fiscal que permanece dentro da sala de prova.
Durante o trabalho, esse profissional acompanha a abertura dos malotes, verifica os horários, observa o cumprimento das regras de segurança e registra possíveis irregularidades.
Além disso, ele envia informações e relatórios ao Inep. Dessa maneira, o órgão consegue verificar se a instituição aplicadora cumpriu todos os procedimentos previstos.
A atividade ocorre de forma temporária. Assim, a seleção não cria vínculo empregatício nem funciona como um concurso público para cargo permanente.
Quem pode trabalhar como certificador do Enem?
Embora a oportunidade desperte o interesse de muitos trabalhadores, o Inep limita a participação a algumas categorias profissionais.
Podem se cadastrar servidores públicos efetivos e em exercício no Poder Executivo Federal. Professores efetivos das redes públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal também podem participar.
No caso dos professores, o Inep exige que o profissional esteja exercendo a docência.
O interessado também precisa ter concluído o ensino médio. Além disso, deve possuir celular ou tablet com internet móvel para acessar o sistema e registrar as informações durante o trabalho.
O Inep ainda aplica regras para impedir conflitos de interesse. Por isso, o certificador não pode estar inscrito na avaliação que irá acompanhar.
A restrição também pode alcançar profissionais que tenham cônjuge, companheiro ou parentes próximos inscritos no exame.
Fiscal do Enem pode receber R$ 864 por dia
O valor pago ao certificador muda conforme o tipo de atuação.
Nas atividades regulares, o profissional pode receber R$ 510 por dia trabalhado. Já nas demandas consideradas excepcionais, o pagamento pode chegar a R$ 864.
O maior valor costuma valer quando a atuação exige deslocamento superior a 150 quilômetros. Portanto, nem todos os convocados recebem automaticamente mais de R$ 800.
O Inep define o pagamento de acordo com a necessidade de cada região e com as condições da convocação.
Além disso, o profissional deve analisar os custos antes de aceitar o trabalho. A convocação pode não incluir reembolso de transporte, alimentação ou hospedagem.
Como fazer a inscrição para fiscal do Enem?
As inscrições para certificador devem ser feitas no Sistema da Rede Nacional de Certificadores, conhecido como Sistema RNC.
O candidato acessa a plataforma com a conta Gov.br e preenche os dados solicitados pelo Inep.
Depois disso, o órgão verifica se o profissional atende aos requisitos. Os candidatos considerados habilitados precisam fazer uma capacitação pela internet.
Essa etapa é obrigatória. Além de concluir o curso, o participante deve alcançar a pontuação mínima exigida.
Contudo, a aprovação no treinamento não garante uma convocação. O Inep chama os certificadores conforme a quantidade de locais de prova e a necessidade de cada município.
Por isso, o candidato deve manter os dados pessoais e de contato atualizados no sistema.
Enem também contrata aplicadores, monitores e equipes de apoio
Além dos certificadores, o Enem precisa montar uma grande estrutura para receber os participantes nos dias de prova.
Essa equipe inclui aplicadores, chefes de sala, fiscais de corredor, monitores, porteiros, seguranças, técnicos e profissionais de atendimento especializado.
Entretanto, essas funções não fazem parte da Rede Nacional de Certificadores. A instituição responsável pela aplicação do exame organiza as seleções e convoca os trabalhadores conforme a demanda regional.
Por isso, quem busca uma oportunidade como aplicador ou monitor deve acompanhar os canais do Cebraspe, o banco de colaboradores da instituição e as chamadas divulgadas para cada localidade.
O que faz um aplicador de prova?
O aplicador acompanha os participantes dentro da sala. Ele confere os documentos, transmite as orientações, entrega os materiais e observa o cumprimento das regras do exame.
Também cabe ao aplicador registrar qualquer problema ocorrido durante a prova.
Já o chefe de sala coordena o trabalho dentro do ambiente e verifica se a equipe segue corretamente os procedimentos.
Por outro lado, os fiscais volantes e monitores atuam nos corredores, organizam a circulação e orientam os candidatos sobre banheiros e outras áreas do local.
Os porteiros controlam a entrada dos participantes. Enquanto isso, técnicos e seguranças ajudam a manter a estrutura necessária para a realização do exame.
Quem pode trabalhar como monitor ou aplicador do Enem?
Os requisitos variam conforme a função e a chamada publicada pela instituição aplicadora.
Normalmente, o candidato precisa comprovar a escolaridade solicitada, participar do treinamento e ter disponibilidade para trabalhar durante todo o período da aplicação.
Experiência em concursos, vestibulares ou avaliações educacionais pode ajudar na seleção. No entanto, cada chamada apresenta critérios próprios.
Algumas atividades exigem qualificação específica. Esse é o caso de intérpretes de Libras, ledores, transcritores e guias-intérpretes.
A banca também pode impedir a participação de pessoas inscritas no Enem ou que tenham parentes próximos fazendo a prova. A medida busca evitar qualquer conflito de interesse.
Quanto recebem aplicadores e monitores?
Os valores pagos aos aplicadores, monitores e profissionais de apoio não seguem a mesma tabela dos certificadores do Inep.
A instituição aplicadora define a remuneração de acordo com a função, a carga de trabalho e a responsabilidade de cada integrante da equipe.
Em edições anteriores, chefes de sala, aplicadores, fiscais, porteiros, técnicos, seguranças e profissionais especializados receberam valores diferentes.
Entretanto, os pagamentos podem mudar a cada nova seleção. Por isso, o candidato deve consultar a chamada oficial antes de concluir o cadastro.
O documento apresenta o valor da atividade, o horário de trabalho, os requisitos, as etapas do treinamento e as regras para convocação.
Como se cadastrar para trabalhar como aplicador ou monitor?
O interessado deve acompanhar o site do Cebraspe e procurar as áreas destinadas a colaboradores, banco de talentos e oportunidades de trabalho.
Quando uma chamada estiver disponível, o candidato precisará preencher o cadastro e fornecer as informações exigidas.
Em seguida, a instituição poderá convocar o profissional para treinamento. Porém, o simples preenchimento do cadastro não garante a contratação.
A banca monta as equipes de acordo com o número de candidatos inscritos, a quantidade de escolas utilizadas e a necessidade operacional de cada cidade.
Portanto, manter o cadastro atualizado pode aumentar as chances de convocação.
Trabalho no Enem pode garantir renda extra
As oportunidades do Enem podem ajudar profissionais que procuram uma atividade temporária e uma renda adicional.
No entanto, o interessado precisa observar qual função deseja exercer. O certificador acompanha e fiscaliza a operação em nome do Inep. Já aplicadores e monitores trabalham diretamente na organização do local de prova.
O certificador pode receber R$ 510 em uma atividade regular. Em situações excepcionais que exigem deslocamentos maiores, o pagamento pode alcançar R$ 864 por dia.
As demais equipes recebem valores definidos pela instituição aplicadora. Dessa forma, o candidato deve acompanhar os canais oficiais, verificar os requisitos e analisar cuidadosamente cada chamada.
Perguntas frequentes sobre o trabalho de fiscal de prova do Enem
O valor regular pode ser de R$ 510 por dia. O pagamento de R$ 864 vale para situações excepcionais, como atividades que exigem deslocamento superior a 150 quilômetros.
A convocação pode não incluir reembolso de transporte, hospedagem ou alimentação. Portanto, o profissional deve avaliar os gastos antes de aceitar a atividade.
O interessado deve acessar o Sistema RNC com a conta Gov.br, preencher os dados e aguardar a análise do Inep.
Os candidatos habilitados precisam concluir uma capacitação on-line e alcançar o desempenho mínimo exigido.
O certificador fiscaliza a operação em nome do Inep. Já o aplicador trabalha dentro da sala e acompanha diretamente os participantes.