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Política

Serra, 18 de Maio de 2018 às 11:04

Em sessão improvisada, governistas aprovam empréstimo para obras


Vereadores aprovaram projeto para empréstimo de R$ 230 milhões. Foto: Gabriel Almeida

Uma sessão improvisada da Câmara de Vereadores foi o palco para a aprovação do Projeto de Lei 74/2018, que autoriza o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), a contrair empréstimo no valor de R$ 230 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF). Desse montante, R$ 100 milhões já estariam liberados para obras. A matéria foi o pivô do racha na Casa nas últimas semanas entre o grupo de vereadores da base do prefeito e de oposição.

A sessão foi realizada no Centro de Convivência da Serra-Sede, uma vez que o plenário da Câmara foi fechado, a luz e a água cortadas, o que inviabilizou a reunião extraordinária, solicitada pelo Executivo e convocada por um grupo de 13 parlamentares. O encontro foi presidido pelo vereador Robinho Gari (PV), que é membro da Mesa.

Participaram da sessão, além de Robinho, Quélcia Fraga (PSC), Geraldinho PC e Fábio Duarte (ambos PDT), Wellington Alemão (DEM), Guto Lorenzoni (PP), Miguel da Policlínica (PTC), Basílio da Saúde (Pros), Luiz Carlos Moreira (PMDB), Adilson de Novo Porto Canoa (PSL), Alexandre Xambinho (Rede) e Cabo Porto (PSB).

Guto Lorenzoni (Rede) destacou que apesar de não ter sido realizada na Câmara, a sessão cumpriu o regimento interno. “É importantíssima à urgência dessa matéria, que não nos foi dada a oportunidade de votar na Casa de Leis; adentramos com novo ofício ratificando o local e fizemos a sessão dentro da Lei”.

“O presidente mandou trancar o plenário”

Fábio Duarte avaliou a sessão extraordinária como “de suma importância”. Ele disse que infelizmente a Câmara viveu mais um fato lamentável. “A Presidência impedir os vereadores, a Casa é de todos nós e infelizmente, em uma atitude de prepotência o presidente mandou trancar o plenário e não nos deixou realizar uma sessão extraordinária como essa. São investimentos que serão feitos na cidade, principalmente na região das praias”.

Já o vereador de oposição, Pastor Ailton (PSC) disse que é uma sessão sem validade. “Na minha opinião essa sessão não foi válida, foi tempo perdido. O projeto estava na prefeitura e teria que voltar pelo trâmite da Casa. Não teve taquigrafia na sessão. Foi feito sem respeitar o presidente, a Casa tem 23 vereadores e um presidente, que não foi respeitado”, disse o vereador.

O presidente da Câmara, Rodrigo Caldeira (Rede) foi procurado pela reportagem para comentar o assunto, mas não foi localizado por meio do celular.




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