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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Deputados serranos reagem contra redução de gasolina para PM

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Maria Nascimento
Maria Nascimento é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

A Redução no Batalhão da Serra é de 56% e nos demais batalhões é de 20%
A Redução no Batalhão da Serra é de 56% e nos demais batalhões é de 20%

Por Anderson Soares 

A redução diferenciada do combustível da Policia Militar vem gerando preocupações na Serra. Na prática, o 6° Batalhão, que atende a cidade, terá que apresentar uma economia nos próximos meses de até 55% com os gastos de combustível de viaturas. Já para os outros batalhões a redução foi estabelecida em 20%.(Viaturas da PM rodam menos na Serra)

Em janeiro, o gasto de combustível do 6° Batalhão foi de R$ 131,5 mil. Agora a economia deve ser de R$ 73,2 mil, restando R$ 58,3 mil para abastecer as viaturas. Essa mesma regra vale para o restante deste ano.

O deputado estadual Bruno Lamas (PSB), disse que considera essa medida um absurdo. “Menos gasolina significa menos viaturas rodando e menos segurança, menos ostensividade que é o combate direto ao crime”, afirmou.

Bruno criticou o silêncio e classificou como omissão os deputados federais que têm base na Serra com relação ao assunto. Afirmou ainda, que se são necessários cortes para economizar, que façam em outras áreas. A segurança é prioridade, e a Serra lidera índices de crimes no Estado.

O deputado federal Manato (SD) disse que é contrário à medida imposta. “Acho que o Governo tem que estudar as áreas a serem feitas as economias. “Conter gastos em segurança, educação e saúde não é bom”, salientou.

Sobre a crítica de Bruno, Manato garantiu que seu telefone está à disposição de todos e que tem respondido aos questionamentos quando é solicitado.

A reportagem tentou contato com os deputados federais Sérgio Vidigal (PDT) e Givaldo Vieira (PT), mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

A equipe de reportagem tentou falar com o secretário de Defesa Social, Coronel Nilton, mas assessoria da Prefeitura disse que ninguém iria se manifestar sobre uma decisão do Governo do Estado.

 

 

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