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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Dança de salão espanta solidão e atrai bem estar

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Os pares Todasan Célio e Anna Alpohim, Lucas Elizeta e Jessica Santos mandando ver na Ritmus Espaço de Dança, em Parque Residencial Laranjeiras. Foto: Fábio Barcelos

Diz o ditado popular que quem canta seus males espanta. E quem dança, também. Espanta inclusive a solidão e o isolamento, cada vez mais presentes em tempos de relacionamentos virtuais. Que o digam os serranos que dedicam tempo e dinheiro para praticar dança de salão. De quebra, ganham também melhoras na saúde física.

Para Jean Marcos Mota Candido, 43 anos, de Novo Horizonte, a dança é uma alegria que transborda, é um sorriso no rosto. “Danço há mais de 25 anos. Ajuda a interagir, conhecer novas pessoas. Quem dança nunca fica sozinho. A dança é alma, é coração. Faz a gente se esquecer dos problemas”, conta.

Com a dança, Jean já participou de diversos eventos e apresentações públicas. “A dança tem muitos benefícios e ganhos, trabalha todo o corpo e membros e é uma oportunidade de inovar sempre. Uma forma de exercitar sem ir à academia”, frisa

Formada em balé clássico, Anna Alpohim dá aulas de dança de salão há quatro anos. Ela está à frente da Ritmus Espaço de Dança, em Laranjeiras, e conta que a atividade já transformou a vida de muitos de seus alunos.

“Nós recebemos muitas pessoas com depressão, câncer e outras doenças e eles percebem uma evolução tão grande na vida que não largam a dança. Tenho alunos tímidos, que hoje conduzem a vida de maneira melhor, administram equipes, porque a dança fez perder a timidez. Tenho um senhor de 80 anos que tem fibromialgia e havia ficado dois anos acamado. Hoje, consegue fazer movimentos nas aulas, move braços e pernas e, a cada conquista, ele chega a chorar de alegria. É muito gratificante ver essa evolução e poder ajudar de alguma forma”, comemora a professora.

Tânia Beatriz Rodrigues, de Colina de Laranjeiras, também é adepta da dança de salão e, mais que isso, trabalha com dança contemporânea, moderna, sênior e flamenca nos Centros de Convivência de Idosos da Serra. “Sou coreógrafa e professora de danças há 35 anos e ainda não penso em me aposentar, porque a dança me ajuda a ter uma  qualidade de vida de excelência. Ela diverte, sociabiliza, propicia novas amizades e libera serotonina, que é o hormônio da alegria e do bem estar. A dança para mim é uma paixão, um  estilo de vida, uma maneira saudável de  viver e ser feliz”, afirma.

Atividade ajuda atleta a melhorar desempenho

Moradora de Parque Residencial Laranjeiras, Elizabeth Rebouças Barbosa faz aulas de forró há cerca dez anos. “A dança para mim é algo maravilhoso. Me  transporta para outro mundo e alegra meu coração. Também faço outros tipos de dança de salão, mas minha paixão é o forró, que danço muito e não me canso”, conta Beth. Ela acrescenta que começou a dançar aos 13 anos, quando ainda morava em Recife e estudava num colégio de freiras.

De Jacaraípe, a atleta Maylla Venturin também dedica seu tempo livre a dança. A bodyboarder faz bolero, samba e forró e começou em março deste ano. “Quando adolescente, fiz seis anos de jazz e sempre tive vontade de fazer outros ritmos. Agora, surgiu a oportunidade de fazer na Escola Djavan, na Praia do Canto. A dança me traz vários benefícios, como ter mais equilíbrio, coordenação motora, concentração e paciência. São coisas importantes para o bodyboarding, o esporte que pratico. Tem também o lado social de conhecer mais pessoas e de aprender. Também traz equilíbrio emocional, alivia o estresse e a ansiedade. A dança liga o corpo, a mente e o espírito”.

A dança de salão tem várias vertentes. Tudo que é dançado a dois é considerado parte da atividade: forró, zouk, soltinho, samba de gafieira, bolero, tango, salsa, entre outros.

 

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