• CORONAVÍRUS NA SERRA:
  • 57.848 casos
  • 1.210 mortes
  • 55.783 curados
25.4 C
Serra
quinta-feira, 13 maio - 2021
  • CORONAVÍRUS NA SERRA:
  • 57.848 casos
  • 1.210 mortes
  • 55.783 curados

CPI dos Maus-Tratos irá ouvir homem suspeito de golpear cadela com facão na Serra

Leia também

ES é o sexto estado que mais vacinou contra a gripe no Brasil

Mais de 12% do público-alvo que deve receber a vacina contra a gripe já foi imunizado no Espírito Santo....

Lixão em Novo Porto Canoa tira sono de moradores que pedem providência

Um imenso lixão está se formando na Avenida Amazonas, em Novo Porto Canoa, no terreno que fica em frente...

Festival apresenta 12 atrações musicais capixabas de diferentes estilos e linguagens

Doze atrações musicais capixabas com performances que entregam grito por diversidade e liberdade. E mais: dança, rock, fala, hip...
Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há 25 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

A cadela foi socorrida e levada ao veterinário. Foto: Divulgação

O homem suspeito de dar golpes de facão na cabeça de uma cadela na Serra será ouvido pela CPI dos Maus-Tratos Contra Animais da Assembleia Legislativa do ES.

O anúncio foi feito pelo vice-presidente da CPI, Vandinho Leite que conta que a decisão de ouvir o suspeito de golpear foi tomada durante reunião extraordinária realizada na tarde desta terça-feira (13).

O homem será convocado e será ouvido pela CPI nos próximos dias.  De acordo com a deliberação, o autor das agressões já foi identificado e deverá comparecer presencialmente na Assembleia, para prestar os devidos esclarecimentos sobre o crime cometido contra o animal no último dia 9, no bairro Serra Dourada III, na Avenida Salvador.

Além de abertura de investigação na CPI, o homem também está sendo alvo de um inquérito aberto pelo delegado titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Estado. Ambas as denúncias foram encaminhadas pelo deputado estadual Vandinho Leite (PSDB), vice-presidente da Comissão.

“Se trata de um crime bárbaro contra com um animal completamente indefeso, uma das coisas mais cruéis que já vi acontecer. Por isso, precisamos que ele (o homem) explique o porquê de ter agredido a cadela, assim, de forma tão violenta e gratuita”, disse  Vandinho.

A dona do animal e o delegado que acompanha o caso também foram convidados a estar presentes no depoimento do suspeito, com previsão para acontecer na próxima reunião da CPI.

A cadela Nina que tem 12 anos foi agredida com facãozadas na cabeça pelo homem, que segundo a dona do animal estava descompensado e alcoolizado no dia da agressão. O homem mora no mesmo bairro onde a cadela foi agredida.

A dona do animal que não quis se identificar por medo de represálias disse que a cadela foi socorrida e levada ao veterinário e está internada recebendo todos os cuidados necessários.

O caso foi registrado por moradores por meio de vídeo e fotos. A moradora disse que o agressor estava bêbado e quando ele passou na rua, a cadela, que é um animal semi-domiciliado, ou seja, tem casa, mas eventualmente tem acesso a rua,  latiu como de costume, mas não avançou no homem. “Ele estava totalmente alterado, alcoolizado. A Nina latiu como todo cachorro faz e como ele estava alcoolizado deve ter achado que ela iria morder e atiçou a cachorra. Ele disse que ela mordeu, mas até agora não mostrou a mordida. Foi ai que ele falou que a cadela não era de ninguém e que ia pegar um facão e que ia abrir ela no meio”, disse.

Segundo ela, ninguém achou que o homem fosse cumprir o prometido. “Em questão de cinco minutos ele apareceu, transtornado, passando o facão no portão do vizinho da chácara, falando cadê ela que vou matar agora. A Nina viu ele entrou para dentro da chácara, ele veio atrás dela e golpeou com o facão a cabeça dela. Meu filho de sete anos estava perto e presenciou tudo, ficou horrorizado”, detalha a moradora.

A cadela Nina, era da mãe da moradora em questão que faleceu há dois anos. E segundo, ela, Nina foge e vai para rua. Ela nunca mordeu ninguém e todos os vizinhos daqui gostam dela, ajudam a cuidar” .

Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há 25 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

VOCÊ TAMBÉM PODE LER

CONTEÚDO PATROCINADO

close-link
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!