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'Covidário: festas da Covid-19'

Baile clandestino de Carnaval é interrompido pela polícia e acaba em confusão na Serra

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

Baile realizado em Serra Sede foi interrompido pela Polícia Militar. Foto: Sidney Cavalcante

Mesmo com 39.068 moradores infectados pelo coronavírus e 746 mortos em decorrência de complicações causadas pela Covid-19, a Serra registrou cenas de aglomerações e desrespeito durante os primeiros dias do Carnaval 2021. A data prometia ser diferente devido à doença, mas teve de tudo um pouco: praias lotadas, bares cheios e muitos bailes clandestinos espalhados por bairros da cidade. No sábado (13) e domingo (14), por exemplo, a Polícia Militar interditou duas festas que ajuntavam mais de 300 pessoas.

Uma delas ocorreu no bairro Jardim Carapina, na noite do domingo, quando a Polícia Militar finalizou uma festa clandestina, que reunia mais de 300 pessoas. Quando os policiais tentaram dispersar a multidão, os ‘aglomeradores’ ficaram revoltados com a ação e atiraram garrafas e pedras contra os agentes.

Segundo a polícia, “no momento em que as viaturas se aproximaram dos indivíduos para determinar a desobstrução da via de forma pacífica, alguns correram com as mãos na cintura em várias distâncias, dando a entender que estavam armados, e outros, valendo-se do anonimato, começaram a desacatar e arremessaram garrafas contra a equipe que estava no local”.

Nessa circunstância, os policiais precisaram atirar e usar agentes químicos para dispersar a multidão. A nota da polícia diz ainda que “a ação dos militares foi suficiente para cessar a injusta agressão, além de possibilitar o restabelecimento da ordem local e desobstrução da via”.

Outra situação parecida aconteceu no bairro São Lourenço, na região de Serra Sede, durante a noite do dia 13 de fevereiro. A festa clandestina reunia centenas de pessoas e foi interrompida por ruma ação integrada de fiscalização da Guarda Municipal da Serra, Guarda de Trânsito, Polícia Militar e Fiscalização Ambiental.

Segundo informações repassadas por Sidney Cavalcante Da Costa, diretor da Fiscalização Ambiental do Município, além de causar aglomerações, o baile desrespeitou também regras da altura do som, que estava acima do permitido. “[Esse caso] é da noite de sábado, contudo, a ‘Operação Carnaval’ iniciou dia 12 e vai até dia 16”, explicou.

Festas estão proibidas na Serra

A Prefeitura da Serra decidiu não decretar ponto facultativo no Carnaval. Assim, estão suspensas todas as festas, blocos de rua, trios e carros ou caixas de som. Por meio de nota, O Município explicou que os moradores podem denunciar aglomerações através da Ouvidoria, no telefone 162.

“Nestes meses de janeiro e fevereiro a Secretaria de Saúde da Serra (Sesa), por meio da Vigilância Sanitária, está participando de ações integradas com o Corpo de Bombeiros e a Guarda Municipal de fiscalizações e orientações sobre as regras do distanciamento social e prevenção da Covid-19. As ações se concentram em bares, restaurantes, inclusive os restaurantes de shoppings centers, lojas de conveniência, distribuidoras de bebidas alcoólicas e casas de shows e eventos.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente da Serra informa que a fiscalização estará nas ruas todos os dias para cumprir à risca o decreto do governo do Estado que proíbe aglomerações e eventos com mais de 300 pessoas”.

Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

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