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Serra entra em alerta após registrar aumento de casos de dengue; veja bairros com mais infectados

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

Serra está intensificando o combate ao mosquito transmissor da dengue. Foto: Divulgação

Se não bastasse a pandemia de Covid-19 e a epidemia de gripe que têm afetado o Espírito Santo, outras doenças também continuam preocupando e adoecendo a população capixaba. É o caso da dengue, que voltou a contaminar um grande número de moradores dos municípios capixabas, inclusive, na Serra. A situação fez com que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) alertasse as cidades para a possibilidade de uma epidemia da doença – transmitida pelo Aedes aegypti.

Na Serra, a dengue também voltou a avançar em diversos bairros. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesa), no segundo semestre de 2021, foi registrado um aumento no número de notificações, ou seja, crescimento nos casos de moradores infectados pela doença. Os bairros com o maior nível de contaminação foram: Novo Horizonte, Jardim Carapina, José de Anchieta I, Jardim Tropical e Vista da Serra I.

A Sesa municipal explicou que assim que soube do aumento de casos, acionou equipes da Vigilância Ambiental em Saúde para que sejam traçadas medidas de combate ao mosquito transmissor. “Diante desse dado, as equipes da Vigilância Ambiental em Saúde traçam estratégias de ação para combater esse aumento no número de notificações”, afirma a nota enviada pelo Município.

Em 2021, a Serra registrou 892 casos de dengue, 290 de chikungunya e 28 de zika – as duas últimas doenças também são transmitidas pelo Aedes aegypti. Os números são bem menores dos contabilizados em 2020, quando foram, respectivamente, 4.589, 989 e 92. Entretanto, é necessário lembrar que a Serra, assim como outros municípios brasileiros, sofreu um grave surto destas doenças em 2020.

Medidas de combate ao mosquito transmissor

De acordo com a Prefeitura da Serra, de segunda a sexta, exceto nos feriados, os agentes de endemias fazem vistas domiciliares, além de bloqueio de UBV leve (eliminação em massa de criadouros do mosquito da dengue), visitação de pontos como cemitério, ferro-velho, borracharia, casa de acumuladores de lixo, sem contar com o fumacê que, na verdade, tem foco mais no mosquito comum, apesar de combater, também, a fêmea do Aedes aegypti. O carro do fumacê segue, semanalmente, um itinerário, divulgado todas as segundas-feiras, nos canais oficiais da Prefeitura da Serra.

“A população também pode fazer sua parte, nesse trabalho de prevenção e combate ao Aedes aegypti, não deixando água parada, quintais sujos, tonéis destampados, entre outras ações. No caso de sugestão ou denúncia, a população pode fazer contato com a vigilância, através do Disque-Dengue, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, pelo 3228- 5394”, explica o Município.

Alerta do Estado

Nésio Fernandes, secretário de Estado da Saúde, alertou, durante coletiva de imprensa realizada na última quarta-feira (5), para o risco de uma epidemia de dengue no Espírito Santo ainda nos primeiros quatro meses de 2022.

O secretário alerta que a dengue, zika e chikungunya podem ter um comportamento epidêmico neste ano. “Caso ocorra a epidemia de dengue, todas as medidas já conhecidas de remoção de água parada, de vigilância das arboviroses precisam ser adotadas por todos. Inclusive, a observação de quadros de febre, com manchas no corpo, dor de cabeça e do atrás dos olhos vão precisar estar no leque de opções de diagnóstico de todos os profissionais de saúde e também da suspeita da própria população”, alertou Nésio.

Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

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