PT de olho no PDT para assumir o controle da Fams

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Os deputados federais Givaldo (PT) e Vidigal (PDT) são as maiores lideranças das duas legendas na Serra: na imagem os políticos durante a obra do Hospital Jayme Santos. Foto: Arquivo TN
Os deputados federais Givaldo (PT) e Vidigal (PDT) são as maiores lideranças das duas legendas na Serra: na imagem os políticos durante a obra do Hospital Jayme Santos. Foto: Arquivo TN

Conceição Nascimento

Ao que tudo indica PT e PDT podem caminhar juntos no pleito de 2016.  Um sinal desta dobradinha política pode ser as articulações no movimento popular para a eleição dos novos dirigentes da Federação das Associações de Moradores da Serra (Fams), em abril. Os dois partidos buscam o entendimento para formar uma chapa e disputar o controle da Fams, sendo representados pela pedetista Marilene Almeida, a Mara e a petista Norma Souza.

Um dos articuladores da proposta de fusão das chapas é o vereador Aecio Leite (PT). Segundo ele, as duas legendas têm conversado e podem caminhar juntas. “Acho possível que possamos caminhar juntos. Estamos fazendo essa discussão, até porque nenhum partido sozinho tem condições de administrar a Fams”, disse o vereador.

O presidente municipal do PT, Cleber Lanes, diz que se a Mara Almeida quiser apoiar a candidatura petista, é possível fazer uma chapa apenas. “Se acharem que nossa proposta é boa e quiserem fazer uma composição dá pra conversar. Nossa conversa com o PDT é ótima, só que nós temos candidatos”, lembrou.

Nos bastidores políticos, entende-se que as eleições da Fams, de certa forma, representam uma prévia para as eleições municipais de outubro, dada a importância da entidade no movimento popular da cidade. Por isso, as alianças partidárias que começam a se formar agora devem ditar o ritmo nas eleições para a prefeitura.

O presidente estadual do PDT, o deputado federal Sérgio Vidigal é tido como pré-candidato à Prefeitura da Serra. Já o PT, por sua vez, sustenta que deve apresentar candidatura própria e apostaria no nome do atual deputado federal Givaldo Vieira. Logo o mercado político especula a possibilidade de uma aproximação entre os deputados.

Por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa, a direção municipal do PDT disse que “não participa e nunca se envolveu em eleições comunitárias. O partido destaca ainda que não pode proibir que filiados participem do processo, porém sem qualquer interferência ou apoio partidário”, finalizou a nota.

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