PSB pode perder lideranças para a Rede

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Com o fim das eleições de 2014 os ânimos das personalidades politicas já começam a se aquecer para o pleito de 2016.
Com o fim das eleições de 2014 os ânimos das personalidades politicas já começam a se aquecer para o pleito de 2016.
Com o fim das eleições de 2014 os ânimos das personalidades politicas já começam a se aquecer para o pleito de 2016.

Por Anderson Soares / Conceição Nascimento

Mal acabaram as eleições de 2014 e parece que os ânimos já começaram a se aquecer para o pleito de 2016. O que se especula no mercado político é que o PSB pode sofrer uma perda considerável de militantes. Até o prefeito da Serra, Audifax Barcelos, está sendo cotado a migrar para a Rede Sustentabilidade.

Outro que tem seu nome ventilado para o quadro da Rede é o deputado federal Paulo Foletto. As primeiras informações dão conta de que ele teria estreitado as relações com o prefeito Audifax e ambos mantêm conversas conjuntas com representantes da legenda no Espírito Santo.

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A equipe de reportagem entrou em contato com Foletto, que negou a intenção de trocar de legenda. “Em nenhum momento da minha trajetória política cogitei mudar de partido”, frisou o parlamentar.

O deputado estadual Bruno Lamas (PSB), por meio de sua assessoria, disse que também foi convidado a migrar para a Rede, mas informou que está determinado a ficar e fortalecer o PSB. “Recebi o convite para compor a Executiva estadual do PSB, mas vejo com bons olhos a criação desse partido”, explicou.

Segundo Gustavo de Biase, coordenador geral da Rede no Estado, existe uma conversa ao entorno da adesão dos pessebistas, mas que ainda é muito cedo para definir um quadro politico. “Muitos atores políticos estão envolvidos na legenda, em apoio à sua formação. Nossa meta é homologar o partido até março, mas ainda não posso citar nomes dos que virão compor os quadros para evitar constrangimentos”, afirmou.

A assessoria de comunicação do Prefeito audifax foi procurada para comentar o assunto, mas não respondeu.

Há ainda a especulação sobre a adesão de vereadores e prefeitos em todo o Estado, que buscariam na Rede uma forma de evitar processos por infidelidade partidária. Pela legislação, a mudança só é permitida a quem tem mandato eletivo nos casos de homologação de novas agremiações.

Foto de Mari Nascimento

Mari Nascimento

Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 24 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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