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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Produção industrial tem tímida recuperação, mas segue em baixa

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Na indústria de transformação, a queda é puxada pela indústria de celulose, papel e produtos de papel e de metalurgia. Foto: Divulgação

A produção industrial capixaba apresentou uma tímida recuperação no mês de junho, crescendo 1% em comparação ao mês de maio. Apesar disso, a indústria segue com números negativos em relação a 2018. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em junho a produção retraiu 13,2% se comparado a junho de 2018.

O resultado negativo segue impulsionado pelo comportamento da indústria extrativa (segmento de minérios de ferro pelotizados ou sinterizados e óleos brutos de petróleo) com retração de 15,9%; além da indústria de transformação (-10,6%). Na indústria de transformação, a queda é puxada pelos setores de fabricação de celulose, papel e produtos de papel (celulose) (-30,4%) e de metalurgia, (-16,0%).

Em junho, o Espírito Santo foi o segundo estado pesquisado com maior queda na produção industrial, comparado a 2018, atrás apenas do Mato Grosso. Em maio, a produção capixaba foi a que apresentou a pior queda na produção industrial brasileira, e o mês foi o pior para o estado.

O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) analisa que o recuo do setor extrativo segue devido à redução da produção de minério de ferro/pellets nas plantas de Tubarão, em razão da parada para manutenção das usinas 1, 2, 3 e 4, acrescido do setor de petróleo e gás natural, que apresenta redução da produção de óleo e gás natural no Espírito Santo ao longo dos últimos meses, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

 

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