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segunda-feira, 01 de junho de 2020

Porto ruim faz setor de rochas ter custo extra de R$ 1,6 mil por contêiner

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

A pouca profundidade do Porto de Vitória é gargalo para a Serra. Foto: Divulgação
A pouca profundidade do Porto de Vitória é gargalo para a Serra. Foto: Divulgação

Bruno Lyra

O Espírito Santo é o principal produtor e exportador de rochas ornamentais do país. E apesar de não sediar a atividade de extração, a Serra é o maior município produtor e exportador das pedras especiais que fazem a alegria de quem gosta de decoração, sobretudo na China e nos Estados Unidos, principais destinos das exportações capixabas.

Mas a atividade tem um gargalo. A ineficiência do porto de Vitória, que aumenta em U$ 500 (cerca de R$ 1,6 mil) o custo por contêiner de chapas polidas, um dos produtos exportados. A superintendente do Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), Olívia Tirello, explique que cada contêiner leva, em média, 20 toneladas.

“Por conta da baixa profundidade do canal da baía de Vitória, no porto só atracam navios menores. As rochas são colocadas neste navio e, ao invés de seguirem para o norte, onde estão os principais mercados consumidores, acabam rumando para o sul. Lá atracam no porto de Santos, onde a carga é transferida para navios maiores. Só depois disto é que seguem para o destino. Além do custo maior, perde-se de 07 a 10 dias na operação”, explica Tirello.

Segundo Olívia, a deficiência impacta diretamente no arranjo produtivo da Serra, que possui cerca de 200 beneficiadoras de rochas. “De janeiro a julho a Serra produziu 26,8% das chapas polidas exportadas pelo Brasil. Nossa expectativa é a de que a dragagem do porto proporcione a entrada de navios maiores para que possamos fazer a exportação diretamente para os países compradores”, frisa.

Olívia acrescentou que a exportação de blocos de rocha, que é um produto com menor valor agregado, não sofre o problema na baldeação em Santos. No 1º semestre de 2016, 13,44% das exportações brasileiras desse produto saíram de empresas sediadas na Serra.  As rochas beneficiadas e exportadas pelo município são, em sua maioria, extraídas no noroeste capixaba, Vale do Jequitinhonha em Minas e sul da Bahia.

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