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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Obra do Aristóbulo sem prazo para ser retomada

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Bruno Lyrahttps://www.portaltemponovo.com.br
Repórter do Tempo Novo há mais de 10 anos, Bruno Lyra escreve para diversas editorias do portal.

O Aristóbulo está funcionando desde 2012 no prédio alugado pelo Governo em Jardim Limoeiro . Foto: Arquivo TN/ Fábio Barcelos
O Aristóbulo está funcionando desde 2012 no prédio alugado pelo Governo em Jardim Limoeiro . Foto: Arquivo TN/ Fábio Barcelos

Gabriel Almeida

Com um investimento previsto de R$ 9 milhões, a obra da escola estadual de ensino médio Aristóbulo Barbosa Leão (ABL) em Laranjeiras, que deveria ter sido entregue em julho de 2014, continua parada há quase dois anos e sem prazo para ser retomada. Enquanto isso os cerca de 2 mil alunos devem seguir estudando no prédio alugado de uma faculdade em Jardim Limoeiro assim que acabar o recesso escolar.

A situação já foi alvo de vários protestos dos estudantes. Segundo a assessoria de imprensa do Instituto de Obras Públicas do Espírito Santo (IOPES) a obra está parada devido à rescisão do contrato com a empresa executora. O IOPES diz que a empreiteira não cumpriu com os prazos exigidos no contrato.

Segundo o Instituto, terá que ser contratada outra empresa e a previsão é que o edital seja lançado no primeiro semestre deste ano. Como só 50% dos trabalhos de reforma e ampliação do Aristóbulo foram concluídos, os estudantes ainda não tem perspectiva de quando poderão voltar à Laranjeiras.

Os estudantes vão ter que esperar um bom tempo ainda, sendo que será preciso realizar um novo processo licitatório para dar continuidade às obras, edital que deve ser publicado ainda no primeiro semestre de 2016.

A obra do colégio em Laranjeiras está parada desde maio de 2014. Foto: Arquivo TN/Bruno Lyra
A obra do colégio em Laranjeiras está parada desde maio de 2014. Foto: Arquivo TN/Bruno Lyra

Enquanto a obra está parada, os alunos da escola continuam em um prédio alugado que fica às margens da avenida Norte Sul em Jardim Limoeiro. Em março de 2015 o aluguel do imóvel custava aos cofres públicos R$ 75 mil por mês. Até aquela data, desde o início do contrato de aluguel, já tinha sido gastos mais de R$ 2 milhões.

Alunos da escola reclamam das más condições que o prédio oferece. É o caso de, Hanna Feu. “Pagam 75 mil por mês só de aluguel e além do prédio está em um lugar super perigoso, não temos nem uma quadra para praticar esporte”, desabafa.

A reportagem entrou em contato novamente com a Secretaria Estadual de Educação (Sedu) para atualizar o valor do aluguel, mas não teve resposta.

Bruno Lyrahttps://www.portaltemponovo.com.br
Repórter do Tempo Novo há mais de 10 anos, Bruno Lyra escreve para diversas editorias do portal.

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