Novas exigências para comissionados geram polêmicas e podem ser revistas

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Sede da Prefeitura da Serra. Foto: Jansen Lube

O decreto publicado na semana passada que estabelece níveis de escolaridades para ocupar cargos comissionados na Prefeitura da Serra pegou muita gente desprevenida e causou um movimento contrário que pressiona o prefeito Audifax Barcelos à rever a medida. No texto, o município define nível médio para cargos CC-5 que é a menor hierarquia entre comissionados. Já os CC-1, CC-2, CC-3 e CC-4 seriam obrigados a ter nível superior. 

Está é a primeira medida do gênero que se tem ciência no Espírito Santo. Oficialmente a Prefeitura informou que não iria se pronunciar sobre o tema. Mas segundo fontes extraoficiais que o Tempo Novo apurou, a medida impactou aproximadamente 150 servidores comissionados do total de aproximadamente 800 ocupantes de cargos.

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Ao menos 2 secretários municipais estariam comprometidos com o decreto. Trata-se de Samuel Dias da Agricultura e Igor Elson do Serviços. Além deles pessoas da cozinha do prefeito também teriam sido afetadas com a medida. Segundo consta um movimento interno estaria em curso para pressionar o prefeito à rever o decreto estabelecendo normas mais flexíveis.

Nos bastidores comenta-se que o decreto é muito restritivo e impacta servidores produtivos, como no caso de Igor, que é bem avaliado dentro da Prefeitura e vem desempenhando um trabalho que estaria agradando as comunidades. Segundo o texto publicado na semana passada, o objetivo seria qualificar a administração pública. Comenta-se que há a tendência de Audifax em rever a medida.

 

 

 

 

Foto de Gabriel Almeida

Gabriel Almeida

Jornalista há 11 anos, Gabriel Almeida é editor-chefe do Portal Tempo Novo. Atua diretamente na produção e curadoria do conteúdo, além de assinar reportagens sobre os principais acontecimentos da cidade da Serra e temas de interesse público estadual.

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