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Mais royalties do petróleo para o município este ano

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Plataforma em alto-mar. Foto: Divulgação
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A alta no preço do barril do petróleo pode dar uma melhorada na situação fiscal da prefeitura da Serra. Isso porque o valor arrecadado em 2016 foi de R$18,9 milhões e a previsão orçamentária para este ano é de R$25,6 milhões. Mas se o preço do barril no mercado internacional se mantiver em alta, o montante pode aumentar.

De acordo com o secretário de Fazenda da Serra, Cláudio Melo, a previsão orçamentária pode variar em razão da flutuação do preço do barril. Caso seja confirmado o aumento, as obras de infraestrutura, saúde e educação serão os mais beneficiados, pois são as prioridades de investimento do município com o dinheiro do petróleo.

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“Não há muita limitação no que se pode usar, mas não se pode pagar pessoal. Como é um produto finito, tentamos botar a cidade em ordem, de acordo com a recomendação do prefeito. Aplicamos em obras de infraestrutura, como ciclovias, construção de escolas, hospital materno infantil. Do total recebido é obrigatório aplicar 15% em saúde e 25% em educação”, detalha.

E explica como se dá o cálculo dos valores. “O royaltie é uma compensação financeira que a União paga aos estados e municípios que produzem petróleo e gás natural. A formação do percentual tem três bases: alíquota do campo produtor, que vai de 5 a 10%, a produção mensal de petróleo ou gás nesse mesmo campo e o outro item é preço de referência do produto no mercado internacional”, explica.

Dos royalties gerados 40% vão para os municípios limítrofes aos produtores e 60% aos da zona de produção principal, dos quais a Serra faz parte, e dos 60% a cidade recebe 4,62%”, conclui.

As áreas do território da Serra onde se produz petróleo estão em alto mar.

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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