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Justiça proibe Vale de demitir funcionário viciado em crack

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A Justiça do Trabalho anulou dispensa por abandono de emprego de um vulcanizador da Vale S.A que é dependente de drogas. A empresa chegou a protocolar agravo de instrumento contra a decisão, que acabou rejeitado pela Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho.

De acordo com a Justiça o funcionário pegou dinheiro emprestado com a empresa e ficou dois meses na cracolândia de Porto Seguro. Foto: Divulgação / Senado Federal
De acordo com a Justiça o funcionário pegou dinheiro emprestado com a empresa e ficou dois meses na cracolândia de Porto Seguro. Foto: Divulgação / Senado Federal

A Vale ajuizou ação de consignação de pagamento para quitar as verbas trabalhistas devidas ao empregado, que, embora intimado, não compareceu ao sindicato para assinar a rescisão do contrato. Disse que o dispensou por justa causa por abandono de emprego, pelo fato dele ter faltado ao serviço por mais de 30 dias consecutivos, sem justificativas.

Em defesa, o advogado do funcionário disse que a dispensa era ilegal e discriminatória porque ele era dependente químico, motivo que o afastou do trabalho. Assim, pediu a improcedência da ação de consignação, a nulidade da dispensa e a readmissão do empregado, com restabelecimento do plano de saúde.

Ao longo do processo, ficou comprovado que, antes de faltar ao emprego, o trabalhador pediu um empréstimo à empresa e viajou até Porto Seguro (BA) para frequentar uma “cracolândia” da cidade, retornando dois meses depois para Vitória (ES), onde foi internado para tratamento da dependência na Associação Brasileira de Ex-Dependentes Químicos.

Em depoimento, a representante da Vale alegou que a empresa possui serviço de integração das pessoas com problemas de drogas ou álcool, e que a inserção no programa deve ser feita por indicação do trabalhador ou por familiares. Em juízo, o operador manifestou interesse em participar do programa, mas a Vale se manifestou contrária à reintegração.

A empresa alegou que não tinha conhecimento da dependência química do empregado, que se encontrava totalmente apto para o trabalho no momento do abandono de emprego, e que a internação, que comprova a condição, só foi concretizada após a dispensa.

Porém a Justiça proibiu a dispensa nessas condições e entendeu que o caminho natural é o afastamento para tratamento, que deve ser feito pela própria Vale.

As informações são do Núcleo de Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho do Espírito Santo (TRT – ES).

 

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