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quarta-feira, 03 março - 2021
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Fiscais da Serra fecham o cerco contra baderna em praias do município

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há 25 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Auditor de Fiscalização de Atividades Urbanas de Meio Ambiente fazendo abordagem em Jacaraípe. Foto: Divulgação

A terça-feira (16) de Carnaval começou com fiscalização nas praias da Serra. Os Auditores de Fiscalização de Atividades Urbanas de Meio Ambiente do município estão percorrendo e monitorando os 23 quilômetros de orla da cidade.

E no final da manhã desta terça-feira de Carnaval, os auditores fizeram uma abordagem educativa a pessoas que estavam com caixas de som ligadas nas areias da praia de Jacaraípe.

Segundo Ronaldo Freire de Andrade, que é Auditor de Fiscalização de Atividades Urbanas de Meio Ambiente, inicialmente a abordagem é educativa, mas se houver persistência pode a pessoa pode ser multada. “Fomos atender uma reclamação de moradores de Jacaraípe, referente a caixa de som na praia. Além disso, as pessoas estavam encima da restinga. Inicialmente a abordagem é educativa, mas se houver a persistência tem apreensão e multa que pode variar de R$ 50 a R$ 1.000”.

Na Serra, vale lembrar, que existem algumas regras para não se dar mal durante a diversão. Na cidade, algumas regras que forem desrespeitadas podem gerar multa.

Uma delas é com o veículo. É proibido o uso de carro de som. A legislação do município proíbe a utilização de equipamentos produtores e amplificadores de som em veículos automotores, assim como aparelhagens de som instaladas em vias públicas. As multas podem chegar a R$ 5 mil, além da apreensão do equipamento, independentemente da altura do som.

Ainda falando sobre carro, é proibido estacionar na restinga. O motorista que infringir a lei pode levar multa, ter o veículo guinchado e ainda responder por crime ambiental.

Já a turma que curte tomar aquela ‘gelada’, deve ficar ligada também na proibição da venda de garrafas de vidro. Organizadores de eventos culturais, artísticos e desportivos realizados em locais públicos são proibidos de vender bebidas em garrafas de vidro do tipo ‘long neck’. Além do problema ambiental, por ser difícil de reciclar, as garrafas podem se transformar em armas durante confusões. A lei vale como dica para que quem gosta de levar a própria bebida para a praia ou festas: troque a long neck pela latinha de alumínio.

Por sua vez, a galera do churrasco tem que ter cuidado: queimar carne só longe da restinga: a vegetação é considerada Área de Proteção Permanente (APP). Quem faz churrascos nessa área comete crime ambiental e poderá ser punido.

Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há 25 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

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