24.6 C
Serra
sexta-feira, 05 de junho de 2020

Faltam mulheres em partidos e coligações

Leia também

Prefeitura diz que nascente ressurgiu após reflorestamento no Parque da Cidade

Três olhos d’água que abastecem o curso do córrego Laranjeiras brotaram no Parque da Cidade após anos de trabalho...

Obrigado, ambientalistas serranos

Num momento em que as políticas de proteção ao meio ambiente sofrem pesado revés no Brasil, fica ainda mais...

Com ausência de Porto, Cabo Puppim quer manter vivo o DNA de direita na Câmara: “recebi uma missão”

Aos 43 anos de idade, o policial reformado e advogado, Bruno Puppim, se vê diante de um novo desafio:...
Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

a deputada Luzia Toledo, a presidente da Câmara Neidia e a vice-prefeita Lourência dizem que ainda há dificuldades para as mulheres
A deputada Luzia Toledo, a presidente da Câmara Neidia e a vice-prefeita Lourência dizem que ainda há dificuldades para as mulheres. Foto: Divulgação 

A baixa participação das mulheres na política é um problema para os partidos e coligações para as eleições nas câmaras de vereadores, assembleias legislativas e Câmara Federal. Isto porque a lei (Art 10 da Lei Federal 9.504/97) obriga que cada partido ou coligação deva ter o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo.

A situação poderia ter ficado mais complicada caso fosse aprovada a lei da reserva de cotas nas vagas do legislativo.  O fato é que ainda há muita resistência feminina para ocupação de cargos eletivos.

“É uma vida muito mais difícil, existe dificuldades para a aceitação das famílias, além da questão financeira, uma vez que os partidos preferem investir nos candidatos homens”, disse a vice-prefeita da Serra, Lourência Riani (PT), vereadora do município por dois mandatos.

A deputada estadual Luzia Toledo cumpre seu oitavo mandato, sendo o quarto como deputada. “Não sou produto de cotas, mas acho que o sistema em qualquer circunstância é muito importante, como medida para buscar mulheres”, avalia.

Para fechar chapas proporcionais, os partidos muitas vezes enfrentam dificuldades para convencer as mulheres a preencher parte das vagas. Presidente da Câmara da Serra, a vereadora Neidia Maura também preside o seu partido, o PSD.

“Muitas se amedrontam diante do desafio de disputar o cargo de vereadora. Segui o meu sonho e hoje sou a primeira mulher presidente da Câmara da Serra. Ainda sofremos preconceito na política e estamos quebrando esses paradigmas com nosso trabalho”, conta.

 

 

 

Comentários

Mais notícias

Obrigado, ambientalistas serranos

Num momento em que as políticas de proteção ao meio ambiente sofrem pesado revés no Brasil, fica ainda mais evidente a importância dos ativistas...

Com ausência de Porto, Cabo Puppim quer manter vivo o DNA de direita na Câmara: “recebi uma missão”

Aos 43 anos de idade, o policial reformado e advogado, Bruno Puppim, se vê diante de um novo desafio: "contribuir com a mudança da...

VOCÊ TAMBÉM PODE LER

CONTEÚDO PATROCINADO

Comentários
close-link
close-link
CLIQUE AQUI e receba as principais noticias sobre o coronavírus na Serra e no ES pelo seu WhatsApp
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!