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Estresse durante a pandemia pode provocar queda de cabelos

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Redação Jornal Tempo Novo com informações de assessoriahttps://www.portaltemponovo.com.br
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Por dia, quando uma pessoa penteia os cabelos e quando lava, podem cair até cem fios. Foto: Freepik

Com mais de um ano de pandemia, entra e sai de quarentena, idas e voltas ao home office, é natural que muitas pessoas se sintam estressadas. Com o estado emocional abalado, além de transtornos mentais que devem ser observados com atenção, algumas pessoas podem enfrentar uma queda excessiva de cabelos.

“Todo esse estresse que a gente está vivendo, com todas as incertezas que vieram junto estão causando uma epidemia emocional, de tristeza, de depressão, de angústia, de preocupação. Tudo isso junto acaba fazendo o cabelo cair”, explica a dermatologista da Unimed Vitória Renata Modolo.Mas a boa notícia é que há tratamento.

“O eflúvio telógeno emocional é reversível, não deixa sequelas e a gente consegue controlar. Toda queda de cabelo gera pânico nas mulheres, elas ficam desesperadas. A primeira coisa é a paciente procurar ajuda médica, dermatológica. É importante diagnosticar o problema”, salienta a médica.

Ela destaca que o crescimento capilar passa por fases: anágena, catágena e telógena. Na primeira, ocorre o crescimento do fio de cabelo. A segunda fase é o período de regressão, quando o cabelo começa a morrer. Na terceira etapa vem queda, quando o cabelo morto é empurrado por um novo fio anágeno. A médica ressalta que é comum a perda de cabelo pós-Covid. “A Covid é uma doença viral, que causa uma inflamação e facilita essa passagem dos cabelos da fase anágena direto para a fase telógena”.

Quando desconfiar?

Por dia, quando uma pessoa penteia os cabelos e quando lava, podem cair até cem fios. “A própria pessoa tem noção de que está caindo uma quantidade anormal de cabelo. Ela percebe que a queda passa de uma quantidade aceitável para cair duas vezes mais, por exemplo. Toma aquele susto quando vê a mão cheia de cabelo, a casa, o banheiro, as costas, e até mesmo as pessoas da família começam a notar”, pontua.

 

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