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sábado, 06 de junho de 2020

Escória da Arcelor é retirada das margens da Juara

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Bruno Lyrahttps://www.portaltemponovo.com.br
Repórter do Tempo Novo há mais de 10 anos, Bruno Lyra escreve para diversas editorias do portal, principalmente Economia e Meio Ambiente, das quais é o responsável.

A escória foi jogada na beira da Juara na última quinta-feira (13). Foto: Divulgação

Foi retirada das margens da lagoa Juara na última sexta-feira (14) a pilha de escória da ArcelorMittal Tubarão que havia sido jogada na margem da lagoa Juara em Jacaraípe. A retirada foi feita pela prefeitura da Serra, que está usando o material para melhorar a situação das ruas sem pavimentação do bairro Residencial Lagoa, que fica próximo à Juara.

A retirada aconteceu após reclamação de ambientalistas e da publicação de reportagem exclusiva sobre o caso no jornal e no portal Tempo Novo. O secretário de serviços Guto Lorenzoni confirmou que o material é escória da Arcelor e disse que o material – resíduo da fabricação de aço – deveria ser jogado pela Prefeitura em ruas sem pavimentação mais distantes da lagoa.

Do Movimento Ambiental da Serra, Luciana Castorino, cobrou mais controle da empresa sobre o fornecimento de materiais a terceiros. Já o presidente do Instituto Brasileiro de Fauna e Flora, Claudiney Rocha, disse que a chuva entrou em contato com a escória e a água escorreu para dentro da lagoa. Claudiney é morador da região e alertou que a margem da lagoa é Área de Preservação Permanente (APP).

Na semana passada a assessoria de imprensa da Arcelor disse que a empresa desconhecia origem do material jogado às margens da Juara. Mas ontem (19) admitiu ser escória (que a empresa chama de coproduto) saída das usinas de Tubarão após vistoriar o local. Segundo a assessoria de imprensa da Arcelor, o material foi depositado fora dos padrões recomendados pela empresa e que fará dará novo treinamento à Secretaria de Obras do município, sobre como manusear e aplicar o coproduto.

Disse ainda que desde 2006 a escória já foi aplicada em vias de 28 municípios capixabas e que o material não provoca risco à saúde e ao meio ambiente.   

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