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quarta-feira, 03 de junho de 2020

Encontrou um animal silvestre? Saiba o que fazer

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Nas ocorrências em que o animal oferece risco às pessoas, como no caso de cobras peçonhentas (venenosas) e felinos de médio e grande porte, a ocorrência é prioritária. Foto: Divulgação
Nas ocorrências em que o animal oferece risco às pessoas, como no caso de cobras peçonhentas (venenosas) e felinos de médio e grande porte, a ocorrência é prioritária. Foto: Divulgação

Está cada vez mais comum encontrar animais silvestres como cobras em áreas urbanas. Muitas vezes não temos ideia de quem procurar. Recentemente, em São Domingos, na Serra e em Chácara Parreiral moradores receberam a visita de jiboias. Como agir num caso como este?

O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) explica que conta com o apoio das prefeituras municipais da Região Metropolitana da Grande Vitória, por meio das Secretarias de Meio Ambiente, que também dispõem de técnicos e equipamentos para recolhimento de animais silvestres.

Por isso, o primeiro contato deve ser com as Secretarias, em razão da proximidade e da disponibilidade de pessoal, diminuindo assim o tempo de atendimento.

De acordo com o Batalhão, o objetivo principal da Polícia Ambiental é priorizar o atendimento a crimes ambientais, atividade pela qual a especializada foi criada, não existindo na unidade equipes de plantão para o recolhimento, já que todas as guarnições são empenhadas no atendimento de denúncias de crimes ambientais.

Já nas ocorrências em que o animal oferece risco às pessoas, como no caso de cobras peçonhentas (venenosas) e felinos de médio e grande porte, a ocorrência passa a ser prioritária.

Segundo o chefe da seção de Planejamento e Instrução do BPMA, capitão Fiorim, quem se deparar com algum animal silvestre em área urbana não deve importuná-lo. “Animais que estão soltos em áreas urbanas e que não oferecem riscos à população devem ser deixados em liberdade. As pessoas podem ficar tranquilas quanto ao reaparecimento de alguns animais, principalmente aves e pequenos primatas, pois a área urbana tende a se tornar um ambiente de transição entre suas fontes de alimentação e abrigo, podendo, em alguns casos, até se tornar um novo habitat do animal que se adaptar ao ambiente urbano”, ressalta.

O oficial ainda explica que as equipes, tanto das Secretarias de Meio Ambiente quanto da Polícia Ambiental, devem ser acionadas somente nos casos em que os animais estiverem presos – confinados em algum local em que não conseguem sair sozinhos – ou nos casos em que a integridade física da população esteja ameaçada.

Nas ocorrências em que há animais feridos, depois de recolhidos, são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), no município de Serra (que fica no bairro Barcelona), sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). E, nos casos em que são recolhidos sem ferimentos, são encaminhados ao Centro de Readaptação de Animais Selvagens (Cereias), onde passam por um período de quarentena e, posteriormente, são destinados às regiões de origem, com o objetivo de evitar um desequilíbrio ao meio ambiente.

Saiba para onde ligar:

As denúncias ou informações podem ser feitas pelo telefone 190 ou pelo 3636-0173.

Na Serra, a equipe de fiscalização ambiental atende por meio dos telefones 3291-7435 / 0800 28 39 780 e 9 9951-2321.

 

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