21.8 C
Serra
quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Eleitos em 2016 podem ter mandatos de seis anos

Leia também

Flamengo ‘mete’ 5 no Grêmio e vai para a final

Com cinco gols, o Flamengo venceu o Grêmio na noite desta quarta-feira e está oficialmente na final da Copa...

Mundial Sub-17: seleções seguem treinando na Serra | Veja vídeo

A Serra está sendo o Centro de Treinamento (CT’s) de doze seleções que disputarão o Mundial Sub-17 da Fifa....

Governo Federal “desmonta” assistência social e pobreza avança, denuncia secretário

Parte II, Bloco Assistência Social Veja a Parte I da entrevista: Eleição 2020 A frente da Secretária de Trabalho, Assistência e...
Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) é relator da Comissão de Reforma Política. Foto: Reprodução/YouTube
O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) é relator da Comissão de Reforma Política. Foto: Reprodução/YouTube

Por Conceição Nascimento

Candidatos eleitos em 2016 (prefeitos, vice-prefeitos e vereadores) devem ter mandatos de seis anos, até 2022. A alteração está prevista no relatório elaborado pela Comissão de Reforma Política, em discussão no Congresso Federal, e que deve promover outras alterações no modelo eleitoral do Brasil, como o fim das reeleições para os cargos majoritários e o voto distrital.

O relator da comissão, deputado Marcelo de Castro (PMDB-PI), conversou com a reportagem na tarde desta sexta-feira (22). Ele explicou que o texto com as propostas está pronto e deve ser votado na próxima segunda-feira (25) na comissão. “As mudanças propostas devem ser aprovadas até junho para que o Senado também possa analisar e votar. Com isso, as eleições de 2016 já serão realizadas dentro das novas regras”, pontuou.

Fim das coligações

Em relação às eleições proporcionais, o fim das coligações partidárias é visto com ressalva por lideranças de alguns partidos. O deputado federal Givaldo Vieira (PT) acredita que a proposta desconsidera e enfraquece partidos políticos que são importantes para o processo democrático.

“Isso pode personalizar ainda mais o processo político das escolhas e dificultar a representação das minorias. Defendo a manutenção do sistema proporcional, embora veja como difícil a sua manutenção”, avaliou.

Já o deputado federal Carlos Manato (SD) defende a proposta. “Sou favorável às eleições gerais e ao fim das coligações, e o sentimento do Plenário é pela aprovação de ambas as propostas. Estas e outras mudanças devem seguir para votação da Câmara e são necessários 308 votos para aprovar as medidas”, explicou o deputado.

Distritão, fundo partidário, federações partidárias, financiamento de campanha e regras para apresentação de projetos de iniciativa popular também estão sendo debatidos na Comissão.

Mais notícias

Flamengo ‘mete’ 5 no Grêmio e vai para a final

Com cinco gols, o Flamengo venceu o Grêmio na noite desta quarta-feira e está oficialmente na final da Copa...
video

Mundial Sub-17: seleções seguem treinando na Serra | Veja vídeo

A Serra está sendo o Centro de Treinamento (CT’s) de doze seleções que disputarão o Mundial Sub-17 da Fifa. Quatro campos da cidade serão...

Governo Federal “desmonta” assistência social e pobreza avança, denuncia secretário

Parte II, Bloco Assistência Social Veja a Parte I da entrevista: Eleição 2020 A frente da Secretária de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), Bruno Lamas...

Banestes diz que não vai fechar agência em Nova Almeida, mas comunidade teme desinvestimento

Já foram afixadas placas na Agência do Banestes em Nova Almeida, informando aos clientes que a unidade vai sofrer mudanças. Na prática o banco...

Prefeitura faz demolição de casas em invasão na Serra

A invasão que persisti em continuar, na área de proteção ambiental, na Avenida Norte Sul, em Colina de Laranjeiras, sofreu mais um duro golpe...

Você também pode ler

error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!