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sexta-feira, 05 de junho de 2020

Eleitos em 2016 podem ter mandatos de seis anos

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) é relator da Comissão de Reforma Política. Foto: Reprodução/YouTube
O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) é relator da Comissão de Reforma Política. Foto: Reprodução/YouTube

Por Conceição Nascimento

Candidatos eleitos em 2016 (prefeitos, vice-prefeitos e vereadores) devem ter mandatos de seis anos, até 2022. A alteração está prevista no relatório elaborado pela Comissão de Reforma Política, em discussão no Congresso Federal, e que deve promover outras alterações no modelo eleitoral do Brasil, como o fim das reeleições para os cargos majoritários e o voto distrital.

O relator da comissão, deputado Marcelo de Castro (PMDB-PI), conversou com a reportagem na tarde desta sexta-feira (22). Ele explicou que o texto com as propostas está pronto e deve ser votado na próxima segunda-feira (25) na comissão. “As mudanças propostas devem ser aprovadas até junho para que o Senado também possa analisar e votar. Com isso, as eleições de 2016 já serão realizadas dentro das novas regras”, pontuou.

Fim das coligações

Em relação às eleições proporcionais, o fim das coligações partidárias é visto com ressalva por lideranças de alguns partidos. O deputado federal Givaldo Vieira (PT) acredita que a proposta desconsidera e enfraquece partidos políticos que são importantes para o processo democrático.

“Isso pode personalizar ainda mais o processo político das escolhas e dificultar a representação das minorias. Defendo a manutenção do sistema proporcional, embora veja como difícil a sua manutenção”, avaliou.

Já o deputado federal Carlos Manato (SD) defende a proposta. “Sou favorável às eleições gerais e ao fim das coligações, e o sentimento do Plenário é pela aprovação de ambas as propostas. Estas e outras mudanças devem seguir para votação da Câmara e são necessários 308 votos para aprovar as medidas”, explicou o deputado.

Distritão, fundo partidário, federações partidárias, financiamento de campanha e regras para apresentação de projetos de iniciativa popular também estão sendo debatidos na Comissão.

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