Desastre da Samarco será debatido na Assembleia Legislativa na quarta (29)

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Mariana (MG) - barragem pertencente à mineradora Samarco se rompeu no distrito de Bento Rodrigues, zona rural a 23 km de Mariana, em Minas Gerais (Corpo de Bombeiros/MG - Divulgação)
Aspecto do rio Doce na tarde de ontem (18) em Baixo Guandu. Foto: Divulgação/Prefeitura de Baixo Guandu
Aspecto do rio Doce, em Baixo Guandu, impactado pela lama que desceu de Mariana (MG). Foto: Divulgação/Prefeitura de Baixo Guandu

As consequências do desastre ambiental ocorrido após o vazamento da lama de rejeitos da Mineradora Samarco, em Mariana (MG), serão tema de uma audiência conjunta da Comissão de Meio Ambiente e da Frente Parlamentar Estadual Pró-Rio Doce, da Assembleia Legislativa, na quarta-feira (29).

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O foco do encontro será o acordo firmado, em março deste ano, entre a mineradora Samarco, os estados de Minas Gerais e Espírito Santo e a União. Estima-se que em 15 anos a empresa fará investimentos de cerca de R$ 20 bilhões na recuperação do Rio Doce e na assistência a comunidades mineiras e capixabas atingidas pelo rompimento da barragem.

Secretários de Estado; o procurador-geral do Estado, Rodrigo Rabello Vieira; prefeitos das cidades de Colatina, Linhares e Baixo Guandu, representantes de entidades em defesa do rio Doce, gestores da mineradora Samarco e demais autoridades são esperadas no encontro, marcado para as 13 horas, no Plenário Dirceu Cardoso.

Demissão incentivada

Funcionários da Samarco já podem aderir ao programa de demissão voluntária oferecido pela empresa. O prazo para adesão segue até 29 de julho. As atividades da empresa no Estado continuam suspensas após o acidente que deixou 19 mortos.

 

Foto de Mari Nascimento

Mari Nascimento

Mari Nascimento é repórter do Tempo Novo há 24 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

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