Deputada cobra punição de envolvidos em crimes contra animais

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Um dos casos que Janete cobra urgência nas investigações é o da gatinha assassinada a enxadadas na Pedra da Cebola, Vitória. Foto: Divulgação
Um dos casos que Janete cobra urgência nas investigações é o da gatinha assassinada a enxadadas na Pedra da Cebola, Vitória. Foto: Divulgação

A violência contra os animais tem aumentado assustadoramente no Espírito Santo. De olho nesta situação a deputada Janete de Sá, do PMN, está pegando pesado e cobrando das autoridades competentes urgência na apuração dos casos de maus tratos que ganharam ampla divulgação da imprensa nos últimos meses.

Janete também visitou as instalações da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, que fica em Jardim América, Cariacica – que possui um núcleo específico para investigação de crimes contra animais que ocorram em todo o Espírito Santo.

Segundo informações da assessoria de imprensa da deputada que é autora de vários projetos de proteção aos animais na Assembleia Legislativa, dentre eles o que cria a uma Delegacia Especializada Contra Crimes de Maus Tratos e Proteção aos Animais no Estado. A iniciativa da parlamentar, que é autora da lei que instituiu o código de proteção aos animais no Espírito Santo, se deu depois dos recentes casos de envenenamento de cachorros em  Jardim Camburi, e do espancamento e morte de gatos em bairros da Grande Vitória, inclusive na Mata da Praia, região nobre da cidade. Todos esses casos estão sendo investigados pela Polícia Civil.

Na oportunidade a deputada Janete de Sá detectou a carência de infraestrutura e de pessoal do núcleo de proteção aos animais da delegacia de proteção ao meio ambiente e patrimônio cultural, uma vez que apenas dois investigadores estão lotados no local para atender uma média de 240 ocorrências mensais, tornando praticamente impossível uma investigação aprofundada de cada ocorrência.

Mesmo diante de tantas dificuldades encontradas, a parlamentar cobrou urgência dos casos recentes divulgados pela imprensa. O delegado Wanderson Prezotti garantiu que todos os casos estão sendo investigados, mas não deu detalhes sobre o trabalho da polícia para não atrapalhar as investigações. A visita a delegacia de proteção ao meio ambiente e patrimônio cultural foi acompanhada pela delegada Fabiane Coutinho, que é chefe de gabinete da Polícia Civil.

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