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Com salário de R$ 9,8 mil, concurso do TJ SP oferece 132 vagas para nível médio e superior

Vagas são para nível superior e médio
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Concurso público do TJSP
Foto: divulgação
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Quem pretende ingressar no serviço público paulista tem uma nova oportunidade na área judiciária. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ SP) publicou dois editais para os cargos de oficial de Justiça e escrevente técnico judiciário, com remunerações iniciais de até R$ 9.856,95, além de benefícios.

A seleção contempla candidatos com ensino médio e superior. São 132 vagas imediatas para oficial de Justiça, além de cadastro de reserva para essa carreira e para a função de escrevente. A organização do concurso está sob responsabilidade da Fundação Vunesp, e as inscrições começam em 28 de outubro de 2026.

As provas estão previstas para 14 de março de 2027. Os interessados devem conferir as exigências de cada função antes de escolher a seleção, já que os requisitos de escolaridade, os vencimentos e a distribuição das oportunidades são diferentes.

Quais são os cargos e os salários do concurso TJ SP?

Os editais abrangem duas funções do Judiciário paulista, com possibilidades para quem concluiu o ensino médio ou possui diploma de graduação.

Oficial de Justiça: salário inicial de R$ 9.856,95, com exigência de ensino superior completo em qualquer área reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). O edital prevê 132 vagas imediatas e cadastro de reserva.

Escrevente Técnico Judiciário: remuneração inicial de R$ 6.782,54, para candidatos com ensino médio completo. A seleção será destinada à formação de cadastro de reserva, sem vagas imediatas previamente definidas.

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Os dois cargos têm jornada prevista de 40 horas semanais. Os servidores também recebem auxílios para alimentação, saúde e transporte, conforme as regras aplicáveis à carreira.

Quando começam as inscrições do concurso TJ SP?

O período de inscrição vai de 28 de outubro a 10 de dezembro de 2026. O procedimento deve ser realizado pela internet, no site oficial da Fundação Vunesp, responsável pela organização do certame.

As taxas variam conforme o cargo escolhido:

  • Oficial de Justiça: R$ 96;
  • Escrevente Técnico Judiciário: R$ 81.

O pagamento deve ser efetuado até 11 de dezembro de 2026, conforme o cronograma divulgado.

Há possibilidade de solicitar redução de 50% da taxa, desde que o candidato cumpra os requisitos previstos na legislação estadual. O benefício é destinado a estudantes matriculados no ensino médio, em curso pré-vestibular ou em curso superior, incluindo graduação e pós-graduação, que também recebam menos de dois salários mínimos por mês ou estejam desempregados.

Os pedidos de redução deverão ser apresentados entre 28 e 30 de outubro. A documentação comprobatória poderá ser enviada até 3 de novembro, de acordo com as regras do edital.

Onde serão aplicadas as provas?

A avaliação está prevista para 14 de março de 2027. As provas serão realizadas nas sedes das Regiões Administrativas Judiciárias contempladas pelo concurso, incluindo a capital paulista e cidades do interior e do litoral.

Entre os municípios previstos estão Araçatuba, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba.

A seleção contará com provas objetiva e discursiva, de caráter eliminatório e classificatório. Para oficial de Justiça, a etapa discursiva terá duas questões teóricas. Para escrevente técnico judiciário, será exigida uma redação.

Como se preparar para o concurso TJ SP?

Os editais do Tribunal de Justiça de São Paulo detalham as disciplinas e os assuntos exigidos em cada cargo. A prova objetiva terá 70 questões para oficial de Justiça e 70 para escrevente técnico judiciário, mas a distribuição das matérias muda conforme a função.

Para escrevente técnico judiciário, a avaliação será dividida em três blocos:

  • Língua Portuguesa (16 questões): interpretação de textos, sentido de palavras e expressões, sinônimos e antônimos, classes gramaticais, concordância verbal e nominal, regência, colocação pronominal, crase e pontuação.
  • Conhecimentos em Direito (30 questões): Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo e legislação interna do tribunal.
  • Conhecimentos Gerais (24 questões): Atualidades, Matemática, Raciocínio Lógico e Informática. O conteúdo inclui porcentagem, regra de três, juros simples, equações, interpretação de tabelas e gráficos, sequências lógicas, ferramentas do Microsoft 365 e navegação na internet.

Para oficial de Justiça, a distribuição será a seguinte:

  • Língua Portuguesa (15 questões): interpretação de textos, vocabulário, classes gramaticais, concordância, regência, crase, colocação pronominal e pontuação.
  • Conhecimentos Específicos (40 questões): Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil e legislação especial.
  • Conhecimentos Gerais (15 questões): disciplinas e assuntos definidos no conteúdo programático específico do cargo.

A prova discursiva também exige preparação direcionada. Os candidatos a escrevente deverão produzir uma redação dissertativo-argumentativa, enquanto os concorrentes a oficial de Justiça responderão a duas questões teóricas sobre os conhecimentos específicos previstos no edital.

Na hora de montar o cronograma, a distribuição das questões ajuda a definir prioridades, mas não dispensa o estudo integral do conteúdo programático. Os editais apresentam os dispositivos legais e os tópicos que podem ser cobrados, por isso é importante consultar os anexos correspondentes ao cargo escolhido antes de iniciar a revisão.

Foto de Anny Malagolini

Anny Malagolini

Anny Malagolini é jornalista e repórter com experiência em produção e edição de conteúdo. Ao longo da carreira, atuou em redações e na cobertura de notícias e na produção de reportagens para diferentes públicos e plataformas digitais.

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