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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Cidade cria 2,7 mil empregos em 2019, mas recuperação segue lenta

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Funcionários de prestadora de serviço instalada no Civit II: mesmo com impacto da redução na produção de minério da Vale, setor de serviços criou 664 novos empregos em 2019. Foto: Divulgação/Dikma Facilities

Depois da queda nos últimos anos, a geração de trabalho com carteira assinada na Serra vem se recuperando, mas num ritmo lento. De janeiro a outubro, foram 2.781 novas vagas de trabalho considerando o balanço entre admissões e demissões. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Governo Federal.

Destaque para a construção civil, serviços e comércio, que tiveram respectivamente 1.532, 664 e 579 novas contratações. Na ponta oposta, outra grande empregadora, a indústria de transformação, recuou e perdeu sete vagas.

A agropecuária também teve desempenho negativo com o fechamento de 20 postos de trabalho, mas é um setor pouco expressivo na economia da cidade.

Por conta da crise econômica nacional agravada na Serra e no ES com a paralisação da Samarco, a cidade chegou a fechar quase 20 mil vagas de empregos formais entre 2015 e 2017. Em 2018 a Serra conseguiu ter saldo positivo de 5.178 posto de trabalho com carteira assinada.

Vale lembrar que nos dez primeiros meses de 2019, foram criadas apenas pouco mais da metade das vagas abertas em 2018. Também em 2019, a cidade passou por outro baque: a redução da produção no complexo de Tubarão (Vale e ArcelorMittal) como consequência dos desdobramentos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho – MG, ocorrida em janeiro último, fato que refletiu em menor geração de trabalho com carteira assinada, dentre elas em terceirizadas que prestam serviços para a siderurgia.

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