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terça-feira, 11 de agosto de 2020

Ceturb culpa pandemia por lentidão em obra atrasada desde outubro no Terminal de Laranjeiras

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Obra acontece desde julho de 2019 no Terminal de Laranjeiras. Foto: Gabriel Almeida / Arquivo TN

Era para ter sido entregue em outubro do ano passado, mas as obras de reforma do telhado do Terminal de Laranjeiras continuam acontecendo, mesmo em um ritmo ainda mais lento. De acordo com a Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Estado do Espírito Santo (Ceturb), a pandemia causada pelo coronavírus é a culpada das obras estarem acontecendo mais devagar nesses últimos meses.

O custo total da reforma é de R$ 2 milhões e o objetivo é trocar todo o telhado do terminal. Seguindo o primeiro cronograma divulgado pela Ceturb, em julho de 2019, as obras deveriam ter sido concluídas em outubro do mesmo ano, mas já estamos em julho de 2020, e boa parte ainda não foi finalizada.  Enquanto a obra não fica pronta, os passageiros seguem sofrendo com alguns transtornos causados pela reforma.

O TEMPO NOVO visitou o terminal e constatou que, nos últimos meses, a obra está no pavilhão central do terminal, onde uma grande área está tampada por um tapume. Por conta disso, locais de embarque de algumas linhas precisaram ser transferidas para outra parte, o que causa ainda mais aglomeração de pessoas.

Quem reclama da situação é Iris Corrêa – moradora da Serra e usuária do sistema Transcol. De acordo com ela, a reforma piora a lotação do terminal nos horários de pico. “Todo dia o terminal está lotado e eles ainda fecharam uma parte grande para reformar o telhado, transferindo linhas de lugares, o que causa ainda mais lotação”, afirmou a popular.

Por meio de nota, a Ceturb afirmou que as obras não pararam e continuam sendo efetuadas, “mesmo que em ritmo mais lento, por conta da pandemia”. Afirmou ainda que para diminuir os riscos de contaminação, alguns serviços vêm sendo realizado à noite. Ainda de acordo com a companhia, o contrato da construção foi aditado por mais 180 dias.

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
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