Nos últimos meses, as chamadas “canetas para emagrecimento” ganharam grande destaque quando o assunto é perda de peso. O aumento da procura, impulsionado pelas redes sociais e por relatos de emagrecimento rápido, torna essencial levar informação clara, responsável e baseada em saúde ao público.
Esses medicamentos injetáveis, originalmente utilizados no tratamento do diabetes, passaram a ser prescritos também em casos de obesidade e sobrepeso. Substâncias conhecidas popularmente, como semaglutida, liraglutida e tirzepatida, têm sido amplamente comentadas. No entanto, é importante reforçar: não se trata de soluções milagrosas.
Quando bem indicados, esses medicamentos podem auxiliar no controle do apetite, na saciedade e no metabolismo, desde que façam parte de um plano de tratamento individualizado, com acompanhamento profissional, alimentação adequada e mudança de hábitos.
O grande alerta está no uso indiscriminado e, principalmente, na circulação de produtos forjados, vendidos como “canetas emagrecedoras”, mas que não possuem procedência, controle sanitário ou comprovação de eficácia. Muitos desses produtos sequer são medicamentos verdadeiros, colocando a saúde das pessoas em risco.
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Sou favorável ao uso dessas estratégias quando há indicação e acompanhamento profissional. Emagrecer deve ser um processo seguro, consciente e sustentável, nunca baseado em pressa, promessas irreais ou produtos de origem duvidosa.
Antes de iniciar qualquer tratamento, é fundamental:
- Buscar orientação de um profissional habilitado
- Desconfiar de promessas de resultados rápidos
- Evitar produtos sem procedência comprovada
- Priorizar a saúde acima da estética
Mais do que tendências, o emagrecimento precisa ser tratado com responsabilidade, informação e cuidado.