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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Barragem da Vale pode romper a qualquer momento

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Segue o alerta para risco de rompimento da barragem de rejeitos de minério que fica abaixo da mina. Foto: Agência Brasil

Até o início da noite de ontem (30), a previsão da queda do talude da mina de Gongo Soco da Vale, em Barão de Cocais (MG), não havia se confirmado. Mas segue o alerta para risco de rompimento da barragem de rejeitos de minério que fica abaixo da mina. Caso isso aconteça, o Espírito Santo sofrerá com mais uma onda de lama na bacia do rio Doce e no litoral.

Em nota, a Vale informa que “adotou todas as medidas preventivas em Barão de Cocais, desde o dia 8 de fevereiro, com o objetivo de garantir a segurança dos moradores da região”. A mineradora disse, ainda, que “tanto o talude da mina de Gongo Soco como a Barragem Sul Superior estão sendo monitorados 24 horas por dia e as previsões sobre deslocamento de parte do talude, revistas diariamente”.

Na última semana, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Seama) do Espírito Santo disse que acompanha e monitora as ações dos órgãos de controle no estado de Minas Gerais, bem como da empresa responsável pela barragem, atualizando as informações e analisando os impactos,caso ocorra o rompimento da barragem Sul Superior, da Mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais.

Com relação à possibilidade de os rejeitos atingirem a bacia do rio Doce, a Seama disse que “ainda é prematura a afirmação, pois depende de vários fatores, principalmente do volume desse rejeito, que, segundo os órgãos mineiros de controle, é bem inferior aos de Brumadinho. A distância do barramento até o rio Doce também seria um obstáculo importante; essa distância é de aproximadamente 200 km. E no trajeto possível dos rejeitos, ainda existem duas outras barragens de produção de energia elétrica que poderiam contribuir para o impedimento do possível fluxo até o rio Doce”.

Nos casos de Mariana (novembro de 2015) e Brumadinho (janeiro de 2019), hidrelétricas não foram capazes de impedir que a lama contaminasse o rio Doce, o mar do Espírito Santo e as bacias dos rios Paraopeba e São Francisco.

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