Vitimas não podem ser culpadas

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Eci Scardini

O Hospital Metropolitano se viu no centro de uma investigação da Polícia Civil do ES. Não como investigada, mas como vítima de uma quadrilha que revendia para hospitais e planos de saúde, materiais cirúrgicos reutilizados, o que é expressamente proibido.

Os integrantes da quadrilha, entre eles médicos, enfermeiros e donos de duas empresas, adquiriam materiais e equipamentos usados, enviavam para uma empresa especializada em esterilização e revendiam para planos de saúde, hospitais e clínicas, sem que soubessem que os mesmos já haviam sido utilizados.

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Nos órgão de imprensa, em nenhum momento, o Hospital Metropolitano foi tratado como investigado e coparticipante dessa quadrilha, isentando-o de qualquer culpa ou conivência.

O Metropolitano é reconhecido pela seriedade e inovação na área médica. É uma instituição local da qual a Serra pode se orgulhar e tem raízes fincadas no coração da cidade.

Histórias de entrega, de paixão, de suor, de compromisso, de ética. Contadas pelos seus fundadores, seus sócios, seus médicos, paramédicos, colaboradores, fornecedores e até pacientes, que frequentemente externam suas gratidões pelos esforços empreendidos para salvarem suas vidas.

O hospital nunca precisou e com certeza nunca precisará usar de meios escusos para garantir a sua existência e o seu bom funcionamento.

Foto de Gabriel Almeida

Gabriel Almeida

Jornalista há 11 anos, Gabriel Almeida é editor-chefe do Portal Tempo Novo. Atua diretamente na produção e curadoria do conteúdo, além de assinar reportagens sobre os principais acontecimentos da cidade da Serra e temas de interesse público estadual.

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