Vacinação em dia para viajar despreocupado

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Uma das vacinas mais importantes é a contra febre amarela, que deve ser tomada até para viajar em território nacional. Foto: Divulgação
Uma das vacinas mais importantes é a contra febre amarela, que deve ser tomada até para viajar em território nacional. Foto: Divulgação

Pretende viajar nessas férias? Então é melhor estar com o cartão de vacinação em dia. Para evitar contaminação, alguns destinos exigem proteção contra doenças específicas podendo até impedir a estadia do turista no estado ou país.

Para qualquer viagem, o ideal é que o cartão esteja atualizado com três vacinas de rotina: a tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola; a dupla adulto, contra difteria e tétano; e a vacina contra hepatite B.

Para viagens internacionais, é exigência da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o turista esteja imunizado contra a febre amarela. Também é recomendada a vacinação contra a poliomielite. A dose deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da viagem para que a vacina tenha tempo de agir. Quem veio do exterior visitar o Brasil deve se proteger também.

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Febre amarela

Os sintomas iniciais são parecidos com os da gripe, como febre alta, dores no corpo e vômito, mas a doença transmitida por mosquitos é grave e pode levar à morte.

Os locais de maior risco são as regiões tropicais da África e das Américas. No Brasil, é extremamente importante preocupar-se com a vacina – 3.527 municípios oferecem risco para a doença, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Sarampo

A recomendação da vacina é para quem vai para o Ceará. Também devem ser imunizadas pessoas que pretendem ir para a Itália, Alemanha, Rússia, Estados Unidos, Canadá e países da África e Ásia.

A doença é causa por um vírus transmitido por meio de secreções ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas são febre alta, erupções vermelhas na pele, coriza, tosse, olhos vermelhos lacrimejando, conjuntivite e manchas brancas no interior da bochecha.

Pólio

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa que atinge os membros inferiores, causando flacidez muscular – podendo levar à morte ou paralisia irreversível.

O último caso da doença no estado foi registrado em 1987. Já no Brasil, foi em 1989. Apesar da doença estar eliminada do território brasileiro, as campanhas e recomendação de vacinação continuam, pois o vírus continua ativo no Afeganistão, Nigéria, Paquistão, Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria, Etiópia e Israel.

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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